quarta-feira, 23 de maio de 2018

Cantinho do artesanato - Anabela Charneca


"Não durmo para descansar... Simplesmente durmo para sonhar!”
 (Walt Disney)

O homem pré-histórico deitava e dormia sobre o próprio chão!

Os registos mais remotos do uso de camas, foram encontrados nas civilizações egípcia e mesopotâmica!
Os egípcios, por exemplo, utilizavam espécies de camas dobráveis de madeira: e era destinado apenas aos faraós e seus altos funcionários!

Na civilização romana, passaram a adoptar camas semicirculares, postas em redor de mesas, pois costumavam fazer as refeições nos próprios leitos!

Foi só na Idade Média que as camas começaram a ser colocadas em aposentos mais privativos, como os quartos!
 Devido ao inverno rigoroso, os europeus adoptaram uma protecção que os persas já haviam desenvolvido anteriormente: o dossel!

 Já as camas de ferro começaram a ser produzidas a partir do século XVIII, com uma forte propaganda de que finalmente as pessoas poderiam dormir sossegadas, sem o incómodo de insectos.

Esta caminha é feita em madeira pelo pai da autora e está muito querida! José e Maria entrelaçam as mãos e o Menino Jesus está no meio Deles. Está muito amoroso este presépio!





quinta-feira, 17 de maio de 2018

Ester Andrade - Viseu

"Rega as tuas plantas,
 Ama as tuas rosas. 
O resto é a sombra. 
De árvores alheias."
(Fernando Pessoa)

Existem cerca de 750 espécies de figueiras no mundo!
Os faraós levavam figos secos às campas para alimentar as almas !
Além disso, acreditavam que a deusa Hathor surgiria de uma figueira mítica para dar as boas-vindas ao paraíso!

O rei Nabucodonosor II plantou várias figueiras (Ficus carica) nos jardins suspensos da Babilónia.

O rei Salomão, de Israel, homenageou-as com músicas!

Os gregos e romanos antigos diziam que os figos eram um presente dos céus.

Na ilha de Krakatoa, na Indonésia, a vida foi extinta em 1883, logo após a erupção de um vulcão. Os figos foram excelentes veículos para estimular a formação de áreas arborizadas novamente.


Os Barbados e a Indonésia têm nos seus brasões uma réplica desta árvore!

 

Este presépio foi executado com madeira de figueira, rancos secos e xisto. Está muito amoroso.









Ester Andrade - Viseu


Já chorei ouvindo música e vendo fotos. Já liguei só para escutar uma voz! Já me apaixonei por um sorriso. “
(Charlie Chaplin)


Este presépio foi executado com massa modelar italiana e pintada com viochene para lhe dar um ar mais envelhecido.


  

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Ricardo Pinheiro - Barcelos

 "Nunca choraremos o bastante por tudo o que se passou naquela noite".
(Sophia de Mello Breyner Adersen)

A joaninha é o símbolo da sorte, do amor, da felicidade, da fertilidade, da maternidade, da protecção, da renovação, da harmonia e do equilíbrio!

Na simbologia cristã, reza a lenda que durante a Idade Média os insectos destruíram as plantações e os agricultores rezaram para a Virgem Maria que Lhes enviou, para a proteção das colheitas, inúmeras joaninhas a fim de acabar com a pragas das plantações!

A joaninha simboliza especialmente a sorte, de modo que se acredita que o fato de uma joaninha pousar em uma pessoa, esta desfrutará de felicidade e fortuna.

Este presépio foi pintado com trevos e joaninhas.



sábado, 12 de maio de 2018

Francisco Araújo - Aveleda

"Nós somos o que fazemos repetidas vezes. Portanto, a excelência não é um ato, mas um hábito."(Aristóteles)

Francisco Araújo, vive na freguesia de Aveleda, Braga e executa a arte de moldar a madeira desde os 13 anos de idade!
É um dos mais reconhecidos escultores em madeira da região do Minho. Os trabalhos em Arte Sacra são os que mais se destacam mas são vastos os trabalhos em madeira que produz devido à sua habilidade e perfeição!

Aqui fica este presépio, dentro de uma canoa, esculpido por este famoso escultor!



Sónia Pinho - Guimarães

"A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns."(Abraham Lincoln)

Este presépio tem cerca de 2 cm,e está colocado sobre uma flor de nenúfar.



Presépio sobre um mini azulejo: 



sexta-feira, 27 de abril de 2018

João Dinis – Terceira – Açores

"Tempo é um tecido invisível em que se pode bordar tudo, uma flor, um pássaro, uma dama, um castelo, um túmulo. Também se pode bordar nada. Nada em cima de invisível é a mais subtil obra deste mundo, e acaso do outro.”
( Machado de Assis)


As ligas metálicas de zinco têm sido utilizadas para produzir latão, desde os anos de 1000-1400 a.C.
Foram encontradas na Palestina e outros objectos com até 87% de zinco e  na antiga região da Transilvânia!

Sabe-se que a fabricação do Latão era conhecida pelos romanos desde 30 a.C.
Plínio e Dioscórides descrevem a obtenção de aurichalcum (latão) pelo aquecimento num bocadinho de uma mistura de cadmia (calamina) com cobre.
O Latão obtido é posteriormente fundido ou forjado para fabricar objectos.

Aqui fica a foto deste engraçado presépio feito em latão.