quarta-feira, 25 de maio de 2016

Pinipinkly - Póvoa de Santo Adrião

  "No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir."
    (Édouard Rod)

     Foram descobertos no condado de Schoharie, Nova Iorque, fósseis do que é considerada a mais antiga árvore do mundo, trata-se de amostras bem preservadas da espécie conhecida como Wattieza ou Gilboa, com idade estimada de 380 milhões de anos!
     Existem milhares de espécies por todo o mundo!
    Este presépio que vos apresento foi feito sobre um mini ramo de árvore e é da autoria de Pinipinkly. Está muito amoroso, não acham?





segunda-feira, 23 de maio de 2016

Presépio bonecos de gengibre - Ana Irra de Oliveira - Chamusca

"Coexistir? Com quem, se estamos sós?
Quem sabe? Sabe [...] que são?
Quantos cabemos dentro em nós?
Ir é ser. Não parar é ter razão."
(Fernando Pessoa)


Na época de Natal, o pão de gengibre é uma tradição popular em quase todo o mundo.
A Rainha Elizabeth I, da Inglaterra, resolveu criar, para uma das suas festas de natal, homenzinhos de biscoito de gengibre com a cara dos convidados. Desde então esta tradição continua a ser realizada na Europa e na América do Norte.
No entanto os biscoitos de gengibre nasceram na Rússia por volta do século IX, quando eram chamados de "pryaniki", uma mistura de farinha, mel e sumo de frutas, mas o mel constituía quase metade de todos os outros ingredientes, que quase parecia a textura de um bolo, ou de um pão. Os "pryanikis" eram feitos em forma de animais e usados para enfeitar as árvores de natal, como presentes, para casamentos, festas, celebrações, dias especiais e também para pessoas doentes, com o objectivo de cura, neste caso, tomavam a forma de anjos.
Mais tarde, já nos séculos XII e XIII, os soldados que retornavam das Cruzadas, traziam do Médio Oriente especiarias vindas da Índia e Oriente Médio (canela, nozes, gengibre, frutas secas). A tradição e os segredos da culinária foram passando de geração em geração, até aos dias de hoje!

Este presépio evoca estes bonecos tão saborosos e que lembram tanto o Natal!


Vítor Guedes - Porto

 A desconfiança é o farol que guia o prudente.” 
(William Shakespeare)


Este presépio é feito em cortiça e na forma de um barco rabelo. 
Estes barcos foram usados para transportar o famoso vinho do Porto, em pipas, até à cidade do Porto. 

       Aqui fica a foto! 





domingo, 22 de maio de 2016

Amendoimlândia Jorge Cardoso - Gafanha da Nazaré

"A inteligência é o farol que nos guia, mas é a vontade que nos faz caminhar." 
(Érico Veríssimo)

O farol da Barra é o maior farol de Portugal e o segundo da Península Ibérica!
Foi construído entre os anos de 1885 e 1893 e, quem formulou o projecto foi o Eng. Paulo Benjamim Cabral e, quem o concluiu, foi o Eng. Maria de Melo e Mattos.

 Este farol serve para orientar navios e aviões durante a noite, tem 62 metros de altura! 

Este presépio foi feito por Jorge Cardoso e retrata bem esta bonita zona do nosso país. É feito com grãos de arroz e é maravilhoso. 

Aqui fica a foto do presépio e do farol da Barra que serviu de inspiração.  

  


sexta-feira, 20 de maio de 2016

P M Jeans - Gondomar

"As pequenas coisas às vezes têm um valor imensurável. Um gesto, uma palavra apenas pode mudar todo o curso de uma história e para sempre o destino de uma vida."
(Lou Witt)

A Primavera já se começa a sentir e os dias são maiores. Hoje, ao final da tarde, fui visitar o Senhor de Matosinhos que tem sempre uns enfeites maravilhosos e claro que tinha que visitar a feira de artesanato de Matosinhos, (FAMA)! Acabei por trazer um  mini presépio feito em ganga!
Aqui fica a foto!




segunda-feira, 9 de maio de 2016

Anette Kalle Baptista – Tavira - Algarve




Olha o mundo num simples grão de areia, olha o céu num campo florido, sustêm o infinito na palma da mão e a eternidade numa hora.
(William Blake)

Quando eu morrer, voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar.
(Sophia de Melo Breyner)


O mar oferece-nos conchas de diversas formas e cores. Este presépio reúne os elementos mar (vieira) e terra (barro). 
Vou partilhar duas lendas sobre a vieira:

Em 1532, um príncipe oriundo de terras longínquas pretendia conhecer e orar ao apóstolo Santiago quando sofreu um ataque de uma serpente. O cavalo que montava reagiu e dirigiu-se ao mar. Quando o príncipe estava prestes a afogar, ofereceu a sua alma a Santiago. Minutos depois, o seu corpo emergiu das águas, totalmente coberto por conchas de vieira. A partir desse momento, os peregrinos a caminho de Santiago passaram a se identificaram com as conchas marinhas. A vieira significa protecção e busca de conhecimento e devemos devolvê-la ao mar depois de termos completado o caminho de Santiago, (em Finisterra). Os peregrinos que regressavam de Finisterra – fim do mundo conhecido naquela época – deviam mostrar aos seus familiares e amigos, alguma prova ou símbolo que testemunhasse que tinham cumprido com êxito a sua peregrinação até Compostela. A vieira passou a ser vista como uma recordação!

Outra versão refere a concha como um símbolo do renascimento de Vénus, significa a ressurreição, ou seja, a “morte” ou superação “ego” (o egoísmo e o egocentrismos) para abrir caminho para o seu “eu real” (simples e humilde), que depois de tudo, é a lição que devemos aprender fazendo a peregrinação a Santiago.

Falta apenas referir que este presépio veio de Tavira e foi executado pela Dra Anette Kalle Baptista. 
Aqui fica a foto! 

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Olga Afonso – Viana do Castelo

"A gratidão é o único tesouro dos humildes."
(William Shakespeare)

Há muito que apreciava o trabalho desta artesã e decidi que tinha que ter uma peça dela na minha colecção!

Presenteio-vos com estes fantásticos azulejos pintados em tons que adoro!