sábado, 24 de setembro de 2016

M. Teresa Tavares - Porto

Todas as coisas tem o seu mistério, e a poesia é o mistério de todas as coisas." 
(Garcia Lorca)


  O bastidor começou a ser utilizado no século XVII em Espanha para facilitar a tarefa de bordar.   É uma “espécie de caixa”, geralmente em madeira que segura o tecido e facilita esta tarefa!
Nesta época, o bordado era considerado símbolo de riqueza e poder! 

A partir de um bastidor, tecidos e linho foi possível fazer este bonito presépio. O tecido que o forra representa um bonito azulejo português. 
Aqui fica a foto! 


terça-feira, 20 de setembro de 2016

Rita Macedo - Marinha Grande

 “Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos.”
(Gibran Khalil Gibran)

A árvore da vida representa a ligação entre o Céu e a Terra e está presente na maior parte das culturas!

 Para os assírios, ela está associada à Ishtar, deusa da fertilidade e da destruição (a divindade mais importante da Mesopotâmia).

Está também bem presente na civilização islâmica e consta na Bíblia como a Árvore do Paraíso!

 Segundo a Bíblia, a Árvore da Vida é uma das duas árvores especiais que Deus colocou no centro do jardim chamado Éden. A outra é a "Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal", de cujo fruto, Eva, e depois Adão, acabaram por comer por influência de uma serpente.

Este presépio representa assim a criação, fecundidade e imortalidade. Está muito original, não acham?


Outro presépio da artesã com duas estrelas a evocar o nascimento de Jesus: 



sábado, 17 de setembro de 2016

Isaura Marques - Coimbra

Depois da palavra, o silêncio é o segundo poder do mundo.”
(Henri Lacordaire)

Para os hebreus, gregos e romanos, o anel era símbolo de autoridade e de respeito.
Em Roma, durante o governo do imperador Augusto, os senadores e os guerreiros usavam anéis de ouro, símbolo de alta distinção.

O anel de sinete possuía um brasão que remetia à honra, fidelidade, coragem e era herdado. Foi bastante usado na autenticação de documentos importantes e para reivindicar propriedades.

Os gregos estudaram o magnetismo e acreditavam que o ferro, o cobalto e o níquel funcionavam como ímanes e tinham o poder de atrair o coração humano, órgão que para eles era a sede do amor.

No século III, o papa Inocêncio instituiu nos casais a ideia de anel de noivado e como o prenúncio do futuro casamento.

 No século XI, as alianças passaram a ser o símbolo de união e fidelidade entre os casais cristãos. Os romanos acreditavam que pelo quarto dedo da mão esquerda, passava uma veia que estava ligada directamente ao coração e por esse motivo este dedo foi o escolhido.

Os anéis podem ter várias finalidades como noivado, linhagem monárquica ou indicar a especialidade /profissão de algumas pessoas consoante a cor da pedra preciosa.

Este anel que vos apresento tem um presépio e está muito amoroso, não acham?






sábado, 3 de setembro de 2016

Manuela Louza - Lisboa

Na arte e no amor, a ternura é o que lhe dá força.”
 (Oscar Wilde)

O barro é um material com o qual é possível transmitir imensa ternura, dependendo das mãos que o trabalham! Este presépio está muito amoroso, não acham?
A artesã é uma pessoa muito alegre e simpática.
A minha colecção ficou mais valorizada.
 
  Aqui fica a foto! Espero que gostem tanto quanto eu!