sábado, 17 de setembro de 2016

Isaura Marques - Coimbra

Depois da palavra, o silêncio é o segundo poder do mundo.”
(Henri Lacordaire)

Para os hebreus, gregos e romanos, o anel era símbolo de autoridade e de respeito.
Em Roma, durante o governo do imperador Augusto, os senadores e os guerreiros usavam anéis de ouro, símbolo de alta distinção.

O anel de sinete possuía um brasão que remetia à honra, fidelidade, coragem e era herdado. Foi bastante usado na autenticação de documentos importantes e para reivindicar propriedades.

Os gregos estudaram o magnetismo e acreditavam que o ferro, o cobalto e o níquel funcionavam como ímanes e tinham o poder de atrair o coração humano, órgão que para eles era a sede do amor.

No século III, o papa Inocêncio instituiu nos casais a ideia de anel de noivado e como o prenúncio do futuro casamento.

 No século XI, as alianças passaram a ser o símbolo de união e fidelidade entre os casais cristãos. Os romanos acreditavam que pelo quarto dedo da mão esquerda, passava uma veia que estava ligada directamente ao coração e por esse motivo este dedo foi o escolhido.

Os anéis podem ter várias finalidades como noivado, linhagem monárquica ou indicar a especialidade /profissão de algumas pessoas consoante a cor da pedra preciosa.

Este anel que vos apresento tem um presépio e está muito amoroso, não acham?






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