terça-feira, 16 de maio de 2017

Jorge Batalha – Mafra

A vida é pequena demais para perdermos tempo em algo que não envolva amor." 
(Pedro Chagas Freitas)


As primeiras linhas do Palácio-Convento de Mafra surgiram duma promessa do rei D. João V que jurou erguer o monumento, caso obtivesse sucessão do seu casamento com a rainha D. Maria Ana de Áustria, o que acabou por se tornar realidade em 1711, ano do nascimento da princesa Maria Bárbara.

Projectada pelo alemão Johann Friedrich Ludwig, de escola italiana, a construção da obra central do reinado de D. João V iniciou-se a 17 de Novembro de 1717 e por ela passou a mão-de-obra de 52 mil trabalhadores! A sagração da Basílica deu-se a 22 de Outubro de 1730, embora as obras se tenham prolongado até meados de 1737, dando lugar ao imponente Palácio.

Por vontade real, o projecto inicial de um convento para 13 frades foi sucessivamente alargado para 40, 80 e finalmente 300 frades, uma Basílica e um Paço Real!
A vida de Corte no Palácio de Mafra ao tempo de D. João V foi relativamente escassa, pois o Rei adoeceu gravemente em 1742 e morreu em 1750.

O seu filho D. José I manteve o hábito de vir a Mafra, quase sempre para caçar na Tapada. Mas, como desde o terramoto de 1755 não gostava de habitar em edifícios de pedra, toda a Família Real se instalava numa Barraca edificada junto ao Palácio.

Já no reinado de D. Maria I, as vindas da corte a Mafra prendiam-se com a celebração de festas religiosas ou com o gosto que a Rainha tinha por passear a cavalo na Tapada, hábito que manteve até adoecer, em 1792.

É nesta bonita cidade que vive Jorge Batalha.
Aqui ficam as fotos dos presépios!






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