terça-feira, 6 de junho de 2017

Reideias -Lisboa

"Grandes mentes discutem ideias; mentes medianas discutem eventos; mentes pequenas discutem pessoas."

       (Eleanor Roosevelt)

      A palavra papel vem do latim papyrus. O papiro era uma planta que crescia nas margens do rio Nilo, no Egipto, da qual se extraia fibras para a fabricação de cordas, barcos e as folhas feitas de papiro para a escrita. Quando a escrita surgiu, há mais de 6 mil anos atrás, as palavras eram inscritas em tabuletas de pedras ou argila.

Depois vieram os pergaminhos feitos de couro curtido de bovinos, bem mais resistentes. Finalmente, o papel seria inventado na China 105 anos depois de Cristo (d.C.), por T’sai Lun. Ele fez uma mistura humedecida de casca de amoreira, cânhamo, restos de roupas, e outros produtos que contivesse fonte de fibras vegetais. Bateu a massa até formar uma pasta, peneirou-a e obteve uma fina camada que foi deixada a secar ao sol. Depois de seca, a folha de papel estava pronta! A técnica, no entanto, foi guardada a sete chaves, pois o comércio de papel era bastante lucrativo!

 Somente 500 anos depois de o papel ter sido inventado, os japoneses conheceram o papel graças aos monges budistas coreanos que lá estiveram!

Para produzir 1 tonelada de papel são necessários, em média, 24 árvores! 
A quantidade e a qualidade do papel vão determinar o tipo de madeira e de planta que será utilizada. Actualmente, a produção de papel industrial usa duas espécies de árvores cultivadas em larga escala: o pinheiro (Pinus sp.) e o eucalipto (Eucalyptus sp), ambas originárias, da Europa e da Austrália.
  Falta apenas postar a foto dos presépios!





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