segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Nuno Monteiro - Vila Nova de Gaia

"A simplicidade é a chave de toda arte superior, e mesmo da vida."
(Jigoro kano)

O azulejo tem origem árabe, possivelmente berbere (do Norte da África), e foi utilizado como um elemento decorativo, há 5 mil anos a.C!
Sabe-se também que os assírios e babilónios usavam revestimentos semelhantes, mas foram os árabes que levaram a arte do azulejo para  Espanha e de lá,  difundiu-se para toda a Europa.

O nome azulejo deriva do termo árabe azuleicha – que significa “pedra polida”. A palavra não tem qualquer relação com azul, embora essa cor seja predominante na azulejaria portuguesa.

Os primeiros azulejos fabricados em Portugal datam do século XVI, quando apresentavam uma única cor e arranjos decorativos axadrezados. Surgiram mais tarde os de “lacaria”, em três cores e com ornamentação abstracta.
Do século XVII em diante, passaram a predominar as peças em azul e branco. Ainda no século XVIII apareceram os azulejos de grinalda e os de rosácea.

No século XIX, surgiu o azulejo estampilhado, produto semi-industrial com motivos florais, poli-crómico ou azul e branco.

Em Portugal o azulejo é rei, aparecendo nas casas, ruas, praças, monumentos, igrejas e palácios.  Em nenhuma outra parte do mundo, a azulejaria alcançou uma qualidade tão excepcional e uma variedade tão grande de uso como em Portugal!

Este  azulejo que vos apresento está muito bonito e é em tons de azul, uma das minhas cores favoritas!



quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Galinha prateada- Algarve

"Aqueles que têm um grande autocontrole ou que estão totalmente absortos no trabalho falam pouco. Palavra e ação juntas não andam bem. Repare na natureza: trabalha continuamente, mas em silêncio."
(M. Gandhi)

Falarmos das folhas de palma, leva-nos até ao interior algarvio! Estas folhas são colhidas, secas e separadas de acordo com a sua espessura. As de melhor qualidade, são submetidas a um banho de enxofre para as clarear e, se necessário tingir!
Em seguida, entrelaçam-se as folhas de palma e dá-se a forma que se quer, cortam-se as pontas geradas e engoma-se e por fim, coze-se a peça.

É usado para embalar e facilitar o transporte de figos, amêndoas e alfarrobas e noutros objectos usados no quotidiano algarvio.

Este presépio usa esta matéria-prima e está maravilhoso!



quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Atelier 1+1 - Portimão

A criação de algo novo é consumado pelo intelecto, mas despertado pelo instinto de uma necessidade pessoal. A mente criativa age sobre algo que ela ama.”
(Carl Jung)


O Atelier 1+1 faz-se representar por Francisco Copeto e Paula Faria que através da sua criatividade e força de vontade fazem surgir arte em todos os artigos que têm à venda. Está localizado em Portimão e tem artigos muito originais e únicos.
Estes presépios que vos apresento estão maravilhosos e fazem parte da coleção.






quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Vianaxik - Viana do Castelo

"Se podemos sonhar, também podemos tornar os nossos sonhos realidade."
(Walt Disney)

Não se sabe quando este tecido começou a ser usado pela primeira vez, nem quem foi o seu criador!
O traje à lavradeira foi totalmente criado pelas camponesas de algumas freguesias próximas de Viana do Castelo e que eram usados em dias de festas ou feiras.

Este presépio foi feito com este colorido tecido, sendo uma bonita homenagem à cidade.

Pode ser adquirido através do seguinte link: https://www.facebook.com/Vianaxik. Visitem e vejam artigos fantásticos.