terça-feira, 30 de março de 2021

Obliviate Craft Store - Lisboa

 “Dê a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar." 

(Dalai Lama)

O surgimento da aviação é uma das grandes evoluções tecnológicas da humanidade. A criação do avião foi um grande marco para a história, pois ele diminuiu de forma significativa o tempo de viagem entre duas cidades. O avião teve origem com um brasileiro de ascendência francesa, chamado Alberto Santos Dummont, que teve a vida invadida pelo sonho de voar. Foi em 23 de outubro de 1906 que ele apresentou um rústico avião a uma comissão, o 14-Bis. Mas os irmãos norte-americanos, Wilbur e Orville Wrigh, também já tinham realizados inúmeras experiências de voo, buscando fazer com que um objeto mais pesado que o ar pudesse voar. Nessa época já existiam alguns veículos como, por exemplo, os balões, que conseguiam se colocar acima das nuvens baseados nos princípios de Arquimedes, no entanto eles não tinham autonomia para voar, não satisfaziam os sonhos do homem por inúmeros motivos como, por exemplo, o fato de não poder controlar completamente o destino do voo desses veículos. O que faz com que um avião não caia é na verdade a velocidade dele e as suas asas.

As asas de um avião são projetadas e construídas de forma que elas cortem o ar. Quando o avião está em movimento suas asas cortam o ar, fazendo com que a velocidade do ar que passa por cima da asa seja maior do que a velocidade do ar que passa por baixo, fazendo surgir dessa forma, uma força de baixo para cima equilibrando o avião.

Este presépio foi feito sobre um mini avião da TAP e está muito engraçado.  



E este novo exemplar feito sobre uma guitarra de madeira pintada. 





terça-feira, 23 de março de 2021

S. Dazzo - Lourinhã

 "A natureza não se apressa, no entanto tudo é realizado." (Lao Tzu)

O macramé que consiste no uso de nós originalmente usada para criar franjas e barrados em lençóis, cortinas toalhas etc. A palavra árabe migramah significa tecelagem e passou a significar  xaile e a cobertura da cabeça dos árabes. Em Portugal, significa proteção. 

Os espanhóis aprenderam este ofício com os mouros e espalharam-no pelo sul da Europa no início do século XIV. O macramé floresceu em Itália nos séculos XVII e XVIII e gozou de enorme popularidade durante todo o período vitoriano, quando as senhoras passavam o tempo a criar franjas sofisticadas e todos os tipos de enfeites amarrados. 

As freiras da Espanha e da França, especialistas em todas as formas de bordar e fazer rendas, foram rápidas e começaram a fazer estes bonitos nós decorativos a partir de franjas originais em lã e renda. 

 Nos temas religiosos como a roupa e panos de altar começou-se a usar esta técnica de macramé.

No século XIX, em Inglaterra, o macramé popularizou-se como um artesanato complementar da decoração de interiores que já eram excessivamente ornamentadas e super decoradas. 

Este presépio usa esta técnica e está muito bonito. 


Outro presépio feito com vários tipos de nós.





Arte Gira - Castelo Branco

 “O amor é a primeira condição da felicidade do homem.” (Camilo Castelo Branco)

A Serra da Estrela e arredores é caracterizada por lagos cristalinos, montanhas cobertas de verde ou de branco, dependendo da altura do ano, um clima volátil, que vai do céu azul ao nevoeiro cerrado e neve no Inverno. Este presépio lembra-me a Serra e os pastores que vão pastar com as suas ovelhinhas nas paisagens verdejantes. Levam o seu capote para suportar as baixas temperaturas. 

José e Maria estão assim vestidos para aguentar os Invernos mais frios da Serra. 

Este presépio foi feito com papel e pedaços de tecido que se fundem em algo muito delicado. 


E este presépio feito em lã feltrada, fio de tecelagem e em tons neutros e belos.






Amélia Carvalho - Lisboa

 “Acontece com os livros o mesmo que com os homens, um pequeno grupo, desempenha um grande papel.” (Voltaire)

Estes presépios foram habilmente feitos com papel, por esta minha amiga que tão bem consegue dobrar e criar perfeitos tesouros. Estou encantada com estes bonitos presépios.  






segunda-feira, 22 de março de 2021

Ana Bijuval - Lisboa

 “Se você realmente ama a natureza, encontrará beleza em todos os lugares.” 

(Vincent Van Gogh)


Estes presépios foram executados com elementos que a mãe Natureza nos oferece e que as exímias mãos de Ana Bijuval conseguem transformar em arte. 

A coleção ficou mais enriquecida e eu muito feliz. 

Aqui ficam as fotos dos presépios: 

 

         Este em fio tricotado e ranco de árvore de fruto. 


Este com casca de coco e cascas de frutos. 


Bonitos tecidos coloridos.


E este em fio de aço


Este feito com bolotas, cortiça. O pormenor das máscaras dá muita graça a este bonito presépio.


Este presépio com conchas de diversas formas e feitos. 


E este último também muito ternurento, feito com bonitas conchas que se conjugam na perfeição.











quinta-feira, 18 de março de 2021

Maria Esteves - Lisboa

 "A natureza não nos permitiu conhecer o limite das coisas."

(Cicero) 

Estes presépios estão muito originais e engraçados. 

Vou passar a apresentar cada um deles: 

Este foi executado com afiador de lápis. Este utensilio  foi registado em 1821, pelo Sr. C. A. Boucher (Paris).

Em 1828, O matemático francês Bernard Lassimonne (Limoges) solicitou outra patente para aguça!   Em 1833, na Inglaterra, a Cooper & Eckstein patenteou o chamado Styloxynon, um dispositivo simples que consiste em dois arquivos afiados colocados em ângulo reto em um pequeno bloco de jacarandá. Este é o mais antigo afiador de lápis do mundo!


Outro exemplar feito com flores secas


Ovo pintado com presépio.


Outro exemplar belíssimo feito com cascas de mexilhão de diversos tamanhos. 


Este bonito presépio feito com cartas de jogo. 
Consta que as cartas de baralho surgiram na China, por volta do século X a.C.  


Este exemplar é feito com linhas de diversas cores e está muito original.


Outro exemplar feito num dado pequeno. 


E este exemplar feito com mini contas. 


Este com peças do jogo de xadrez


Este com peças de dominó


E este feito com berlindes


Este feito com contas 


Este feito com molas de tecido


Este com tampas de caneta


E este feito com alfinetes bebés





















Artepres - artes de presépios - Penafiel

 

"A natureza não faz nada em vão." 

(Aristóteles) 

Estes presépios foram feitos com materiais que a Natureza nos oferece e as mãos divinais de Eugénia Silva. Ficaram mesmo bonitos. 




Este exemplar foi elaborado dentro de uma mini abóbora e conchas.


Este presépio foi feito com badanas de bacalhau, pequenas flores azuis.


Este íman foi feito com casca de mexilhão e está maravilhoso. 







 

quinta-feira, 11 de março de 2021

José Rosa - Monchique

 “Viajar nem sempre é bonito. 

Nem sempre é confortável. 

Por vezes magoa, chega mesmo a partir o teu coração. 

Mas tudo bem. 

A viagem muda-te, deveria mudar-te.”

(Anthony Bourdoir)


No Antigo Egito (3200–30 a.C.)já era usado o vime para produzir cestas. Ele esteve presente nos primeiros protótipos de balões e aviões, pelo seu baixo peso, resistência e durabilidade. 

Em Portugal, a indústria de vime tem a sua origem em 1850, na freguesia da Camacha, (Ilha da madeira), local onde se concentra a maior produção deste tipo de artesanato na região. 
Este presépio é feito neste material e está muito bonito, não acham?





quarta-feira, 3 de março de 2021

Trapi - Aveiro

 “Vá firme nas suas metas…

Porque o pensamento cria…

O desejo atrai e a fé realiza!"

(Lauro Trevisan)


O dedal surgiu da necessidade de proteger os dedos na hora da costura: de acordo com relatos, em torno de 10.000 a.C., havia a necessidade de se costurar couros muito densos e até mesmo madeira com as agulhas grosseiras na época!

Esse pequeno objeto indispensável para uns e inútil para outros atravessou séculos, ganhou formas, cores e é ainda muito usado no mundo da costura e do bordado.

Este dedal é em cerâmica, pintado à mão e faz parte da minha coleção.