" Enquanto houver sonhos, amor e fantasia, haverá esperança. "
(William Shakespeare)
Estes presépios são feitos com pedra de Abrantes e fazem parte da minha coleção!
São bem pequeninos! Coloquei uma moeda de 2 cêntimos para visualisarem o tamanho!
" Enquanto houver sonhos, amor e fantasia, haverá esperança. "
(William Shakespeare)
Estes presépios são feitos com pedra de Abrantes e fazem parte da minha coleção!
São bem pequeninos! Coloquei uma moeda de 2 cêntimos para visualisarem o tamanho!
"Eu tenho natureza, arte e poesia e se isso não for suficiente, o que é suficiente?"
(Van Gogh)
Débora Costa é uma artista brasileira que pinta peças de artesanato e lhes dá vida.
Estes porta chaves têm a sua pintura e estão muito bonitos.
"Devemos promover a coragem onde há medo, promover acordo onde existe conflito, e inspirar esperança onde existe desespero."
(Nelson Mandela)
Na guerra civil americana, em 1861, surgiram os primeiros pins de metal que eram utilizados para identificar diferentes unidades das corporações e mais tarde, para identificar políticos durante eventos, manifestações e comícios. Foi durante a primeira guerra mundial que os broches metálicos foram usados pelos soldados como símbolo de mérito e serviço, muitas vezes adornados com fitas pendentes.
Atualmente os pins de metal, broches metálicos ou alfinetes de lapela estão em toda parte e são usados das mais diversas formas e com os mais diversos objetivos.
Este pin tem um presépio e faz parte da minha coleção!
"Era como se o mar, com os seus infinitos, lhe desse um alívio de sair daquele mundo."
(Mia Couto)
Os búzios e conchas servem de abrigo a outros animais e alguns são muito bonitos! Se colocarmos um búzio perto dos nossos ouvidos, conseguimos ouvir o mar!
Este búzio faz parte da minha coleção!
" As pessoas são como as estrelas. Todas tem a sua história , a sua forma e o seu brilho diferentes, e por mais longe que estejam conseguem fazer brilhar as nossas noites."
Os mercados de Natal existem em quase todas as cidades e têm ideias para os presentes de Natal, bolos para a festa de Natal ser mais adocicada e feliz!
Este presépio foi comprado num desses mercados, na cidade do Porto, e faz parte da minha coleção!
"No tecer da vida,os caminhos sao bordados com a mesma
intensidade e delicadeza dos fios de uma teia...
Surpreendentes e impares!"
(Berenice Pasin)
A origem das Rendas de Bilros de Vila do Conde remonta ao século XVI. Esta técnica foi trazida do norte da Europa por marinheiros e comerciantes que mantinham estreitas ligações com o entreposto comercial de Flandres.
Em plena epopeia dos Descobrimentos, Vila do Conde conheceu um desenvolvimento que a marcou até aos dias de hoje. A construção naval em madeira ainda se mantém, assim como a feitura das delicadas rendas de bilros, que a tradição quer inspiradas na espuma das ondas do mar e ligadas a uma localidade piscatória.
O primeiro documento oficial onde as rendas são referidas é a Pragmática de 25 de Junho de 1560, mandada publicar por D. Sebastião para controlar os excessos de luxo. Após esta data, outras leis semelhantes foram publicadas, mas só a Pragmática de D. João V, publicada em 24 de Maio de 1749, veio colocar um travão na ostentação e no luxo da vida de corte de então.
Este bonito presépio faz parte da minha coleção e está amoroso!
"Quanto mais você treina, mais orgulho você sente das peças que consegue produzir."
(M. Moreno)
Este presépio está muito amoroso e faz parte da minha coleção!
"A vida é muito importante para ser levada a sério."
(Oscar Wilde)
Este bonito emblema tem uma árvore de Natal e presépio bordado e faz parte da minha coleção!
"O bonito da vida é poder costurar sonhos, bordar histórias e desatar nós das nossas vidas!"
Este bastidor tem este bonito presépio bordado e faz parte da minha coleção!
“É na memória que outra vida hiberna.”
(Vitorino Nemésio)
As Portas da Cidade de Ponta Delgada são um dos marcos arquitetónicos da capital da Ilha de São Miguel, no deslumbrante Arquipélago dos Açores.
Situadas, hoje em dia bem no centro da cidade, em plena Praça de Gonçalo Velho Cabral, as Portas da Cidade foram edificadas em 1783 junto ao antigo cais a Leste da cidade, tendo sido transferidas para este local de prestígio em 1952, devido às obras da Avenida Infante D. Henrique.
Classificadas em 1953 como Imóvel de Interesse Público, caracterizam-se pelos seus três arcos de volta perfeita, ostentando no centro o brasão das armas reais e da cidade, e pelo seu pavimento tipicamente calcetado com as pedras basálticas da região em tons escuros e o elegante mármore claro trazido do continente.
“ A Alma é um pássaro, está sempre a querer cantar, mas tudo a atordoa."
(Irene Lisboa)
Caldas da Rainha é uma Cidade Termal, fundada nos finais do século XV pela Rainha D. Leonor, mulher do Rei D. João II, centro de uma Região e sede de um concelho depositário de um valioso património histórico-cultural. As suas termas de águas sulfurosas são reputadas desde os tempos remotos, pois já os romanos as utilizavam como testemunham documentos arqueológicos.
O concelho de Caldas da Rainha deve a sua história e nome à rainha D. Leonor, que viajava da vila de Óbidos para a Batalha quando viu, um grupo de gente humilde que se banhava em água enlameada e quente. Mandou parar a carruagem e quis saber o que significava aquilo. Eram tratamentos, disseram-lhe. Aquelas águas eram milagrosas: acalmavam dores, saravam feridas. Contavam-se até os casos de paralíticos que voltavam a andar como que por milagre. A Rainha, que então padecia de uma úlcera no peito que não havia maneira de fechar, quis fazer a experiência e viu que tudo o que lhe tinham dito era verdade: viu-se curada em poucos dias. Face a este acontecimento, a Rainha mandou erguer naquele lugar um edifício com fins terapêuticos – o Hospital Termal.
A cerâmica típica das Caldas, que conheceu o seu auge artístico e comercial com os trabalhos de Rafael Bordalo Pinheiro, é caracterizada pela temática de cariz popular onde sobressai o Zé Povinho. Destacam-se ainda os conjuntos inspirados em folhas de repolho e a “outra” loiça típica, inspirada em motivos fálicos.
Este presépio veio da zona das Caldas e faz parte da minha coleção!
“Nas mãos habilidosas do artista, as rendas transformam-se numa expressão de arte e beleza.”
As rendas feitas pelas frioleiras abundavam muito na região de Coimbra e hoje quase caíram em desuso.
A renda de frioleira é feita diretamente com os dedos e com uma navete (agulha), em tecido de linho ou feltro.
Quanto à técnica, enche-se a agulha com a linha, que dá a volta aos dedos da mão esquerda, trabalhando a mão direita com a navete. Esta agulha vai à mão esquerda inúmeras vezes, formando assim um caseado de que resulta a peça que se deseja. No que respeita aos famosos quadros de frioleiras, executam-se procedendo-se à colagem das peças já bordadas com a ajuda de uma pequena tesoura de bicos afiados.
Fazem-se múltiplos trabalhos e este presépio é um bom exemplo disso!
"Dar um osso a um cão não é caridade. A caridade é partilhar o osso do cão quando estás tão faminto como ele."
(Jack London)
Lajes do Pico localiza-se na ilha do Pico, ilha pertencente ao Grupo Central do arquipélago dos Açores.Em 2021, o concelho apresentava 4 342 habitantes.
A atividade cultural no concelho é marcada pelas festas do Espírito Santo. Estas festas remontam aos primeiros colonos, que pediam a proteção contra os desastres naturais. O ritual inclui a coroação de uma criança, que usa o cetro e uma placa de prata, símbolos do Espírito Santo, tendo lugar uma grande festa no sétimo domingo depois da Páscoa. Para além desta festa, que é celebrada praticamente em todas as ilhas, decorre na última semana de agosto a festa dos Baleeiros, que remonta a 1883, em que os baleeiros se integraram nos festejos de Nossa Senhora de Lourdes.
No artesanato destacam-se as rendas de croché com motivos tradicionais e modernos, os chapéus de palha, as esteiras de junco, várias peças esculpidas em dente de cachalote, que representam veleiros, cenas de caça às baleias e sereias.
Este presépio foi feito em osso de baleia faz parte da minha coleção!
"A cerâmica é arte onde fazem esculturas.
As mãos de um grande artista criam obras e esculturas.
Mas para ser um imortal,
Além da pintura mural,
Tem que ter muita ternura."
(Romulo Bourbon)
Nascida na Alemanha, Kerstin Thomas radicou-se em Portugal e vive na Aldeia do Xisto da Cerdeira, na Lousã, onde, desde 1990, tem um atelier próprio. Os seus trabalhos na área da escultura em madeira são abordagens diversas que têm em comum a preferência por madeiras autóctones. Qualquer peça ou escultura criada por Kerstin Thomas transporta uma mensagem com múltiplas leituras.
Já tinha um presépio em madeira, agora foi a vez de ter um em cerâmica.
“Somos as conchas que se completam com as ondas do amar no mar.”
(Hélio Oliveira)
As conchas estão presentes na maioria dos moluscos marinhos externamente, como nas ostras, ou internamente, como nas lulas; e possuem a função de sustentar e proteger esses animais, que possuem o corpo mole.
“Bordar é transformar linhas em amor.”
(Lana Ordones)
Nos tempos antigos o bordado era tradição na confeção de qualquer peça de vestuário, entre os romanos, os gregos, os egípcios, os chineses, na Pérsia, Índia e Inglaterra. Cada povo, país ou continente adotou o seu estilo de se bordar, tendo em consideração aspetos da sua cultura.
O primeiro bordado a ser feito foi o ponto cruz na era pré-histórica, onde se usavam agulhas feitas com ossos e os fios eram de fibras vegetais ou tripas de animais. Este ponto foi usado nas vestes feitas com peles de animais e acredita-se que já nesse período, os primitivos usavam este ponto para se diferenciar e enfeitar as suas roupas.
Mesmo na Bíblia sagrada existem relatos sobre o bordado!
“Bordar é transformar linhas em amor.”
(Lara Ordones)
Por estes dias, fui até Braga e fui presenteada por uma senhora que estava a costurar estes bonitos cartões em papel!
Aqui fica a foto!