" O mar é a religião da Natureza."
(Fernando Pessoa)
Nazaré é uma bonita vila que pertence ao concelho de Leiria.
A praia da Nazaré, de clima ameno e com uma beleza natural, tem das mais antigas tradições de Portugal ligadas às artes da pesca.
Garret Macnamara deu grande notariedade a esta praia por surfar ondas de grandes dimensões.
Este presépio foi baseado nas ondas surfadas por Garret Macnamara e tem bonitos pormenores que associamos a Nazaré: o traje das sete saias, o cachené e o chapéu com pompom na cabeça de cor escura em Maria. José traja de pescador e tem um bonito peixe na mão. O Menino Jesus está ao colo de Maria. Estão todos numa traineira com que os pescadores pescam o peixe.
Está um encanto, não acham?
Convido-vos a visitar a página desta artesã onde poderão comprar e ver bonitos trabalhos: https://www.facebook.com/Handicraft-by-L-S-522308891502054/
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Sim carimbo - Ílhavo
"Beijo é um carimbo que serve para mostrar que a gente gosta daquilo."
(Adriana Falcão)
A palavra (carimbo) provém do vocábulo quibundo, “ka’rimbu”, que é língua falada em Angola e cujo significado é “marca.
Com o desenvolvimento da imprensa o carimbo foi se popularizando, e produzido em ampla escala!
Consta que o carimbo pode ter inspirado Johannes Gutenberg a criar as prensas, equipamentos que revolucionaram a forma de imprimir documentos e livros. Gutenberg usava inicialmente pequeninos carimbos de metal com as letras do alfabeto. Posicionadas lado a lado, elas formavam palavras e por consequência frases completas naquilo que precedeu a linotipia. Com a composição feita por estes pequenos carimbos era possível imprimir documentos com mais rapidez e em quantidades diversas.
O primeiro livro impresso por Gutenberg, a Bíblia, misturou estes dois processos, sendo os textos feitos com os pequenos carimbos de metal agrupados formando palavras, frases e as ilustrações em xilogravuras.
Ao longo do tempo, os carimbos deixaram de ser usados apenas pelos nobres e autoridades para chancelar ou conferir notoriedade a papéis oficiais, passando a ser utilizados como marcas em cartas, registos, documentos, entre outros.
Estes carimbos com os presépios fazem parte da minha colecção e estão bastante originais, não acham?
(Adriana Falcão)
A palavra (carimbo) provém do vocábulo quibundo, “ka’rimbu”, que é língua falada em Angola e cujo significado é “marca.
No período do tráfico negreiro, os escravos africanos, antes de embarcarem para a América, eram marcados a ferro com o que tinham que pagar de impostos e taxas devidas à coroa. Estas marcas eram feitas com ferro em brasa e designadas por “Kirimbu”.
Os carimbos eram conhecidos como selos ou sinetes e eram usados para produzir marcas pessoais empregados para lacrar ou assinalar correspondências e documentos.
Com o desenvolvimento da imprensa o carimbo foi se popularizando, e produzido em ampla escala!
Consta que o carimbo pode ter inspirado Johannes Gutenberg a criar as prensas, equipamentos que revolucionaram a forma de imprimir documentos e livros. Gutenberg usava inicialmente pequeninos carimbos de metal com as letras do alfabeto. Posicionadas lado a lado, elas formavam palavras e por consequência frases completas naquilo que precedeu a linotipia. Com a composição feita por estes pequenos carimbos era possível imprimir documentos com mais rapidez e em quantidades diversas.
O primeiro livro impresso por Gutenberg, a Bíblia, misturou estes dois processos, sendo os textos feitos com os pequenos carimbos de metal agrupados formando palavras, frases e as ilustrações em xilogravuras.
Ao longo do tempo, os carimbos deixaram de ser usados apenas pelos nobres e autoridades para chancelar ou conferir notoriedade a papéis oficiais, passando a ser utilizados como marcas em cartas, registos, documentos, entre outros.
Estes carimbos com os presépios fazem parte da minha colecção e estão bastante originais, não acham?
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