domingo, 30 de novembro de 2025

Presépio em papel - Jornal de Notícias

 “A Terra Natal, mesmo que seja uma aldeia, será sempre o paraíso do mundo.” 

(Machado de Assis) 

O Natal é muito mais do que luzes cintilantes e presentes coloridos. É a época em que os corações se enchem de esperança e os sonhos ganham asas. Para as crianças, tudo parece possível: o som dos sinos traz histórias encantadas e cada estrela no céu parece guardar um segredo especial.

Mas a verdadeira magia do Natal está na família. Está no abraço apertado, no riso à volta da mesa e no cheiro das bolachas acabadas de sair do forno. Está no momento em que todos se reúnem para decorar a árvore, pendurar enfeites cheios de memórias e criar novas tradições que ficam para sempre.

O Natal lembra-nos que os melhores presentes não vêm embrulhados. São os momentos partilhados, as conversas que aquecem a alma e a alegria de estarmos juntos. É tempo de acreditar, de agradecer e de espalhar amor. É isso que torna esta época tão especial.

Este presépio está a sair semanalmente com o Jornal de Notícias e está engraçado! 






terça-feira, 25 de novembro de 2025

Mini mania - Iha Terceira - Açores

 “É uma cultura popular. é uma inspiração secular. Narra o nascimento de Cristo, fazendo a maquete do lugar." 

(Sebastião Santos Silva)

Em São Miguel, as primeiras referências a presépios remontam ao século XVI, por influência da fixação na ilha da Ordem dos Franciscanos. Porém, é no século XVII que aparecem as primeiras “lapinhas”, confecionadas pelas freiras nos conventos, decoradas com minúsculas conchas e flores artificiais de seda, penas, escamas de peixe, cera, papel e algodão, de onde sobressaem figurinhas de barro representando a Sagrada Família.

O século XVIII assistiu a um maior brilho e expansão dos presépios de lapinhas em S. Miguel, sobretudo devido à influência de escultores continentais, como Machado de Castro, sendo possível encontrar, ainda hoje, vários exemplares de “lapinhas” dessa época, em igrejas e casas particulares.

No século XIX os presépios passaram para o domínio da arte popular e, em São Miguel, as “lapinhas” continuam a produzir-se em espaço doméstico e a título particular, coexistindo com os característicos “Altares do Menino Jesus.” De salientar que essas “lapinhas” permaneciam em exposição todo o ano, colocadas em cima da cómoda do quarto de cama.

 Atualmente, artesãos locais continuam a dedicar-se, com empenho e preciosa habilidade, à produção de “lapinhas”, em maquinetas ou em redomas, contribuindo para manter viva uma das mais belas demonstrações da religiosidade do povo açoriano. 

Este presépio retrata bem o presépio das Lapinhas e faz parte da minha coleção!
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quarta-feira, 19 de novembro de 2025

O mundo da Bela - Rio Tinto

"Se um dia a nossa luz da amizade se apagar, a gente acende uma vela”. 

(Bob Marley ) 

As velas têm uma origem antiga, foram usadas pelos egípcios há mais de 5.000 anos, que utilizavam junco mergulhado em gordura animal. Os romanos, por volta de 500 a.C., são considerados os primeiros a criar velas verdadeiras com pavio, usando sebo de animais ou cera de abelha. Desde então, a confeção das velas evoluiu, com a introdução da parafina no século XIX, tornando-as mais acessíveis e duradouras.

Esta vela têm o aroma de canela e faz parte da minha coleção! 



quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Presépio com flores secas - Maia

 "As flores desabrocham para continuar a viver, pois reter é perecer."

(Khalil Gibran)

As primeiras evidências do uso de flores secas remontam ao Antigo Egito, onde eram utilizadas em rituais religiosos, coroas funerárias e até na preservação dos tumulos. Os egípcios acreditavam que as flores secas carregavam energias espirituais e simbolizavam a vida além da morte.

Este quadro foi feito com flores secas variadas e faz parte da minha coleção! 




Presépio especiarias - Maia

 "Nas especiarias da vida, sempre existirá o tempero certo para deixar tudo mais gostoso e uma xícara de chá para se encontrar a paz!

Este presépio está muito giro porque combina várias especiarias, como cravos da India, anis e canela!  Cheira muito bem e faz parte da minha coleção! 




segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Alfinetes com presépios - Porto

 "Um alfinete que penetra, faz um estrago semelhante ao de uma espada."

  (Jefferson Andrade)

O alfinete foi inventado por Walter Hunt em 1849. A sua invenção foi motivada por uma dívida, e ele criou um design com uma mola e um fecho para proteger a ponta e evitar perfurações acidentais.

As fíbulas, alfinetes de peito da antiguidade usados para prender peças de vestuário, também precederam o modelo moderno.

Os primeiros alfinetes eram simples objetos retos, usados pelos sumérios por volta de 2000 a.C. para prender tecidos que envolviam o corpo, pois as roupas ainda não eram costuradas!

Ao longo do tempo, os alfinetes tornaram-se objetos de moda, decorando chapéus e roupas.

Estes alfinetes fazem parte da minha coleção de presépios!