terça-feira, 4 de outubro de 2016

Sandra Duarte – Espinho

A família é o primeiro lugar onde cada um aprende a relacionar-se com o outro, a escutar, partilhar, suportar, respeitar, ajudar, conviver.”
(Papa Francisco)


Algumas curiosidades sobre o vidro:

Os povos que disputam a primazia da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios.
"Os fenícios contam que ao voltarem à pátria, do Egipto, pararam às margens do Rio Belus, e pousaram sacos que traziam às costas, que estavam cheios de natrão (carbonato de sódio natural, que eles usavam para tingir lã). Acenderam o fogo com lenha, e empregaram os pedaços mais grossos de natrão para neles apoiar os vasos onde deviam cozer animais caçados. Comeram e deitaram-se, adormeceram e deixaram o fogo aceso. Quando acordaram, em lugar das pedras de natrão encontraram blocos brilhantes e transparentes, que pareciam enormes pedras preciosas. O vidro estava descoberto."
Esta é uma das versões, um tanto lendária!

 Outras notícias relatam que os egípcios começaram a soprar o vidro em 1.400 A. C., dedicando-se, acima de tudo, a produção de pequenos objectos artísticos e decorativos que muitas vezes eram confundidos com belas pedras preciosas.

Em Portugal, a indústria vidreira estabelece-se, na Marinha Grande, apenas no século XVIII!

Este íman está muito original porque o presépio está à janela a saudar o Mundo. A autora é muito amorosa e chama-se Sandra Duarte.
Deixo-vos a foto para apreciarem e confirmarem a sua beleza:


  

Outro exemplar maravilhoso: 



segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Presépio comprado em Fátima

"Amigos a gente conquista mostrando o que somos, e que os verdadeiros amigos ficam connosco até ao fim."

Aqui fica o segundo presépio comprado em Fátima e numa das cores que mais gosto.


Presépio em prata

O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
(Fernando Pessoa)

Existem dias que são excelentes por aquilo que visitamos e na companhia de pessoas que nos deixam ainda mais felizes e com mais força para vivermos!
Foi um excelente fim-de-semana, passado em excelente companhia e a conhecer o nosso bonito país! E a minha colecção também ficou mais rica.

Vou começar por vos apresentar este bonito presépio que me foi oferecido pelo JR e RS. É em prata e deixou-me encantada. É uma peça com enorme significado para mim. Muito obrigada!








sábado, 24 de setembro de 2016

M. Teresa Tavares - Porto

Todas as coisas tem o seu mistério, e a poesia é o mistério de todas as coisas." 
(Garcia Lorca)


  O bastidor começou a ser utilizado no século XVII em Espanha para facilitar a tarefa de bordar.   É uma “espécie de caixa”, geralmente em madeira que segura o tecido e facilita esta tarefa!
Nesta época, o bordado era considerado símbolo de riqueza e poder! 

A partir de um bastidor, tecidos e linho foi possível fazer este bonito presépio. O tecido que o forra representa um bonito azulejo português. 
Aqui fica a foto! 


terça-feira, 20 de setembro de 2016

Rita Macedo - Marinha Grande

 “Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos.”
(Gibran Khalil Gibran)

A árvore da vida representa a ligação entre o Céu e a Terra e está presente na maior parte das culturas!

 Para os assírios, ela está associada à Ishtar, deusa da fertilidade e da destruição (a divindade mais importante da Mesopotâmia).

Está também bem presente na civilização islâmica e consta na Bíblia como a Árvore do Paraíso!

 Segundo a Bíblia, a Árvore da Vida é uma das duas árvores especiais que Deus colocou no centro do jardim chamado Éden. A outra é a "Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal", de cujo fruto, Eva, e depois Adão, acabaram por comer por influência de uma serpente.

Este presépio representa assim a criação, fecundidade e imortalidade. Está muito original, não acham?


Outro presépio da artesã com duas estrelas a evocar o nascimento de Jesus: 


Finalmente este presépio original presépio. S. José segura numa pequena árvore de Natal: 




sábado, 17 de setembro de 2016

Isaura Marques - Coimbra

Depois da palavra, o silêncio é o segundo poder do mundo.”
(Henri Lacordaire)

Para os hebreus, gregos e romanos, o anel era símbolo de autoridade e de respeito.
Em Roma, durante o governo do imperador Augusto, os senadores e os guerreiros usavam anéis de ouro, símbolo de alta distinção.

O anel de sinete possuía um brasão que remetia à honra, fidelidade, coragem e era herdado. Foi bastante usado na autenticação de documentos importantes e para reivindicar propriedades.

Os gregos estudaram o magnetismo e acreditavam que o ferro, o cobalto e o níquel funcionavam como ímanes e tinham o poder de atrair o coração humano, órgão que para eles era a sede do amor.

No século III, o papa Inocêncio instituiu nos casais a ideia de anel de noivado e como o prenúncio do futuro casamento.

 No século XI, as alianças passaram a ser o símbolo de união e fidelidade entre os casais cristãos. Os romanos acreditavam que pelo quarto dedo da mão esquerda, passava uma veia que estava ligada directamente ao coração e por esse motivo este dedo foi o escolhido.

Os anéis podem ter várias finalidades como noivado, linhagem monárquica ou indicar a especialidade /profissão de algumas pessoas consoante a cor da pedra preciosa.

Estes anéis que vos apresento têm um presépio e estão muito amorosos, não acham?










sábado, 3 de setembro de 2016

Manuela Louza - Lisboa

Na arte e no amor, a ternura é o que lhe dá força.”
 (Oscar Wilde)

O barro é um material com o qual é possível transmitir imensa ternura, dependendo das mãos que o trabalham! Este presépio está muito amoroso, não acham?
A artesã é uma pessoa muito alegre e simpática.
A minha colecção ficou mais valorizada.
 
  Aqui fica a foto! Espero que gostem tanto quanto eu!