quarta-feira, 1 de abril de 2020

Nekus da Susi - Mafra

"Tudo o que existe, existe por dentro."
(José Agostinho Baptista )

Nekus by Susi foi criado em 2018 pelas mãos de Susi, uma pessoa sempre ligada às artes, com gosto pelo desenho e com imenso jeito como podem comprovar por estes bonitos trabalhos que publico e que fazem parte da minha coleção!   

Estes bonequinhos permitem fazer a diferença na vida de alguém e contribuir para que esse alguém tenha sempre um (grande) sorriso extra junto de si.


Este presépio foi feito sobre uma cápsula de cerveja.


Este presépio mede 1 cm e está dentro de um frasquinho. 



Este presépio está dentro de um fruto de café seco. 


Outro exemplar num tronco


E finalmente este numa  mini rodela de madeira


Finalmente este dentro de um mini bugalho e com máscara para enfrentar este tempo de pandemia. 


Este outro presépio é feito em meio bugalho: 




Este presépio é feito sobre uma mini base de 2 cm!









sexta-feira, 20 de março de 2020

Guarete Figueira - Madeira

“Se você quer construir um navio, não chame as pessoas para juntar madeira ou atribua-lhes tarefas e trabalho, mas sim ensine-os a desejar a infinita imensidão do oceano.“
(Antoine de Saint Exupery)

A Madeira é uma ilha bela com imensas flores e beleza sem fim!

Este presépio foi inspirado nas saias das “vilhoas” dos grupos folclóricos que tão bem dançam o “Bailinho da Madeira”.
As cores usadas também nos fazem lembrar os barcos “xavelhas” dos pescadores de Câmara dos Lobos.

Peço que visitem a página do facebook da autora deste bonito presépio que faz parte da minha colecção - https://www.facebook.com/guaretefigueiraartesanato/
Visitem e vejam os bonitos artigos que tem para venda.





terça-feira, 10 de março de 2020

Presépio Futebol Clube do Porto - Porto

"O Porto é o lugar onde para mim começam as maravilhas e todas as angústias."
( Sophia de Mello Breyner)

Fundado a 28 de Setembro de 1893, por obra e graça do jovem de 20 anos António Nicolau de  Almeida, um comerciante do vinho do Porto que descobriu o futebol nas suas viagens a Inglaterra.

 O FC Porto inicia então os seus primeiros treinos no Campo do Prado, em Matosinhos, e no dia 8 de Outubro disputa o primeiro jogo da história do clube, contra o Clube de Aveiro.

As alcunhas da equipa são "dragões", nome da criatura mitológica que se pode ver no topo do brasão do clube, ou "azuis e brancos", que está baseada na associação às cores do equipamento principal. Sobre a bola de futebol azul estão as armas que D. Maria II atribuiu ao Porto por Carta Régia em Janeiro de 1837. Estas são compostas por um escudo esquartejado que possui as armas reais (sete castelos e cinco quinas, tendo cada uma cinco besantes no interior) no primeiro e quarto quartéis e as antigas armas da cidade do Porto (a Virgem segurando o Menino, ladeados por duas torres) no segundo e terceiro quartéis, tendo no centro, sobre o ponto onde se unem os quatro quartéis, um coração, que representa o precioso legado que D. Pedro IV (pai de D. Maria II) deixou à cidade - segundo a sua vontade, o seu coração encontra-se guardado numa urna de prata na Igreja da Lapa. A orlar o escudo encontra-se o Colar e Grã-Cruz da Antiga e Muito Nobre Ordem da Torre e Espada de Valor Lealdade e Mérito, do qual pende a respectiva medalha (na qual estão escritas essas mesmas palavras: valor, lealdade e mérito). Sobre o escudo está a Coroa Ducal e o Dragão negro do poder, pertencente às antigas armas dos Senhores Reis destes Reinos, em cujo pescoço está uma fita com a palavra Invicta, título que D. Maria II atribuiu ao Porto, acrescentando-o aos que a cidade já possuía - Antiga, Mui Nobre e Sempre Leal.

Este presépio faz parte da minha colecção e faz uma bonita homenagem à minha equipa de futebol.









quinta-feira, 5 de março de 2020

Atelier Marques Ribeiro - Lisboa

"Para vermos o azul, olhamos para o céu. A Terra é azul para quem a olha do céu. Azul será uma cor em si, ou uma questão de distância? Ou uma questão de grande nostalgia? O inalcançável é sempre azul."
(Clarice Lispector)

No Atelier Marques Ribeiro podemos encontrar objectos que vão desde os azulejos, às figuras decorativas, nas mais diversas cores e formatos.
Apresento-vos este presépio que faz parte da minha coleção! As peças são soltas e podemos ajustar conforme o nosso gosto.




quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Presépio marcador de livros - Coimbra



"Cada livro, cada volume que você vê aqui, tem uma alma. A alma da pessoa que o escreveu e quem os lê, viveram e sonharam . Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém baixa os olhos para as páginas, o seu espírito cresce e se fortalece.
(Carlos Ruiz) 

Na idade média, entre os séculos XIII e XV, os marcadores eram feitos de couro ou vitela, usando as sobras do mesmo material com que foi feita a capa do livro. Consistiam numa simples fita ao longo do livro ou em forma de triângulo.

A Rainha Elizabeth foi uma das primeiras, a receber um marcador de livros feito em seda com franjas de presente, em 1584.

Entre os séculos XVIII e XIX, um marcador que se tornou muito comum foi uma fita de seda estreita, geralmente com menos de um centímetro de largura, atada dentro do livro, na parte superior da coluna, que ia desde o início ao final da página.

Na época vitoriana, em que as senhoras ensinavam suas filhas a arte do bordado e da costura, as meninas começaram a produzir muitos marcadores para usar em suas bíblias e livros de oração. Eram produzidos em pequenos pedaços de fita bordados à mão.
Na década de 1860 começou-se a fabricar marcadores de tecido em máquinas, principalmente em Coventry, no centro da indústria da seda, Reino Unido.
Um dos primeiros foi produzido por J. & J. para marcar a morte do Príncipe consorte em 1891. Foi só por volta de 1880 que os marcadores impressos em cartolina começaram a aparecer.

Aqui fica a foto deste marcador que faz parte da minha colecção. 




Avental para garrafas de vinho - Coimbra

“A arte de se receber quem se quer bem …
O carinho da mesa posta, café, risos e “coisos.”
A alegria da partilha … um acto de amor.”
(Berenice Pasin)

Existem objectos com grande utilidade e este serve para preservar as toalhas de mesa das manchas de vinho. É colocado em volta da garrafa e tem o motivo de um presépio, como não poderia deixar de ser! Faz parte da minha coleção!



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Presépio dados de jogos - V.N. Gaia

O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipa ganha campeonatos.”
(Michael Jordan)

Os dados aparecem retratados em vasos pintados da Grécia antiga! Segundo a própria tradição grega, eles teriam sido inventados por Palamedes, na mítica guerra de Tróia.
Tudo indica, porém, que o jogo era conhecido por todos os povos da antiguidade: egípcios, persas, assírios e babilónios.
Mais tarde, por volta do ano 302 a. C., os legionários romanos que conquistaram a Grécia acabaram por difundir o jogo por todos os países sob o seu domínio.
A segunda frase mais famosa do imperador Júlio César (100-44 a.C.) – só perdendo para a última delas: “Até tu, Brutus!” -, desferida quando ele se lançou à tomada do poder em Roma, citava o jogo de dados: Alea jacta est, ou “A sorte está lançada”.
Segundo o historiador romano Plutarco (46-119), César costumava jogar dados com os senadores, antes de derrubar o Senado e tornar-se imperador.

Durante a Idade Média, jogar dados tornou-se o passatempo preferido dos Cavaleiros, existindo até escolas de jogadores de dados!
Depois do fim do feudalismo o famoso Landsknecht, mercenário alemão, ficou conhecido pela reputação de ser o melhor jogador de dados no seu tempo.

Uma pequena curiosidade quanto aos dados clássicos de seis lados: a soma dos lados opostos resulta no número sete. Ou seja, se de um lado temos o número um automaticamente teríamos o número seis do outro lado. Isso ocorre também com o dois casando com o cinco, e o três com o quatro.

Este "presépio" é composto por dados de diversos tamanhos e cores.