quinta-feira, 27 de outubro de 2022

A.M.O. Têxteis Lar - Portugal

 "O que eu faço é simples: ponho pão nas mesas e compartilho-o."

(Madre Teresa de Calcutá)


A mesa é onde as famílias se reúnem para partilhar ideias, novidades e ser servidas refeições. Este ano a minha vai ter esta bonita toalha de Natal. É vermelha para nos transmitir alegria e tem o presépio, como não poderia deixar de ser!



quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Atelier Carla Amarelo - Alenquer

 “A alegria é a coisa mais séria da vida.”

(Almada Negreiros)

O termo azzellj significa pequena pedra polida, e foi usado para designar o próprio mosaico usado na arte bizantina.

O lugar de destaque despoletou em 1498, aquando de uma visita do monarca D. Manuel I a Espanha. Numa fase em que a nação ainda era ignota em relação à variedade de obras mouriscas e ao seu ornamento com o azulejo, foi com deslumbramento que percecionou tamanha riqueza artística. Foi então que decidiu, antes de orquestrar mecanismos de feitura (para além dos de pintura de faiança, oriundos de Itália), importar para a sua residência, no Palácio Nacional de Sintra, mesclando-os com a arquitetura ousada, com a envolvência de portadas e janelas, e com o reforço do verde no seu redor (a apetência por potenciar os fartos espaços verdes).

A arte da azulejaria havia de criar raízes na Península Ibérica por influência dos árabes que, para as terras conquistadas, trouxeram os desconhecidos mosaicos para ornamentar as paredes dos seus palácios, conferindo-lhes brilho e ostentação através de um jogo geométrico complexo! Este estilo fascinou espanhóis e portugueses que meteram mãos à obra e criaram os primeiros exemplares em Portugal e Espanha! Em 1560, começaram a surgir em Lisboa oficinas de olaria que produziam azulejos segundo a técnica de faiança, importada de Itália. 

A originalidade da utilização do azulejo português e o diálogo que estabelece com as outras artes vai fazer dele caso único no mundo. No Museu Nacional do Azulejo encontram-se painéis que testemunham a evolução e a monumentalidade desta peça de cerâmica decorativa que se adapta às necessidades e acompanha os estilos das diferentes épocas. O Retábulo da Nossa Senhora da Vida, dos finais do século XVI, composto por 1384 azulejos que sobreviveram ao grande terramoto, é um exemplo da importância do azulejo em Portugal. São as classes dirigentes que cultivam primeiro o gosto pelo azulejo, escolhendo a temática mais apropriada à decoração dos edifícios; desde campanhas militares, episódios históricos, a cenas do quotidiano, religiosas, mitológicas e até algumas sátiras. Em finais do século XVII a qualidade da produção e execução é maior, há famílias inteiras envolvidas nesta arte de fazer azulejos e, alguns pintores começam a afirmar-se enquanto artistas, passando a assinar as suas obras, dando assim início ao Ciclo dos Mestres.

A partir do século XIX, o azulejo ganha mais visibilidade, sai dos palácios e das igrejas para as fachadas dos edifícios, numa estreita relação com a arquitetura. A paisagem urbana ilumina-se com a luz refletida nas superfícies vidradas. A produção azulejar é intensa, são criadas novas fábricas em Lisboa, Aveiro, Viúva Lamego, Sacavém, Constância, Roseira — e do Porto e Gaia — Massarelos, Devesas. Mais tarde, já em pleno século XX, o azulejo entra nas estações de caminho de ferro e metro, alguns conjuntos são assinados por artistas consagrados. A tradição fez-se ainda mais popular, apresentando-se como solução decorativa para cozinhas e casas-de-banho, numa prova de resistência, inovação e renovação desta pequena peça de cerâmica.

Este atelier tem inúmeros azulejos, com as mais variadas cores. Fascinaram-me estes em tons de azul para a coleção ficar ainda mais enriquecida! 










sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Museu de Lamas - Santa Maria da Feira

 "A natureza e os livros pertencem aos olhos que os veem. “

(Ralph Emerson)

Ontem foi dia de ir à feira medieval e retroceder muitos séculos atrás! Estava interessante e permitiu ver, sentir e construir memórias!

O castelo de Santa Maria da Feira foi dado ao Conde D. Henrique juntamente com os castelos de Neiva, Faria e Guimarães. 

Para além da sua importância militar, foi fundamental para a vitória na batalha de S. Mamede, em 1128 e para a independência e fundação do reinado de Portugal. 

Conta-se que um alcaide mouro de Sta. Maria da Feira se disfarçou de mendigo e planeou o sequestro de uma donzela cristã, para depois fingir tê-la salvo dos raptores, lavando a rapariga a apaixonar-se e a aceitar viver com ele no castelo.

E no meio de muitos toldos coloridos, eis que encontro este pequeno presépio de cortiça!





quarta-feira, 27 de julho de 2022

Presépios conchas e pedras

 "Era como se o mar, com os seus infinitos lhe desse um alivio de sair daquele mundo." 

(Mia Couto)


Estes presépios foram feitos com conchas e pedras apanhados da praia de Cascais. 






terça-feira, 28 de junho de 2022

M. Fernanda Raposo - Vila Moreira

 “A importância da nossa vida é que com Deus, vencemos qualquer obstáculo!" 

(Edilene Ricomini)


Caracóis são os moluscos gastrópodes terrestres de concha espiralada calcária, pertencentes à subordem Stylommatophora, que também inclui as lesmas. São animais com ampla distribuição ambiental e geográfica. Respiram através de um poro respiratório. Os caracóis não têm audição e utilizam especialmente os sentidos do tato e do olfato que se situam em todo o corpo mas principalmente nas antenas, já que pouco enxergam com os olhos situados nas pontas das antenas maiores.

Ao lado da boca fica o aparelho genital e a entrada e saída do ar dos pulmões, o pneumóstoma, que fica em baixo da concha. Os caracóis podem dormir por até três anos, ou seja, 10% de todo o seu tempo de vida. 

Os caracóis terrestres são encontrados em ambientes de solo húmido, não encharcado e são difíceis de ser observados durante o dia, uma vez que grande parte de suas atividades ocorrem durante a noite.

Estas cascas de caracóis pintadas com estes presépios estão muito originais, não acham?







                                                 
                                                           E este que mede pouco mais de 1cm!

                                                        








domingo, 26 de junho de 2022

Humberto Carvalho - Gerês

 "A natureza não faz nada em vão."

(Aristóteles) 

Visitar o Gerês é ir de encontro à natureza e explorar as belezas das montanhas e dos pequenos riachos que por lá abundam. Traz muita paz interior e vale bem uma visita! 

Humberto Carvalho é um dos artesãos que se dedica a esculpir estes bonitos presépios de madeira.

Ontem foi dia de ir até lá e trazer mais um presépio para a coleção! Aqui fica a foto!



segunda-feira, 23 de maio de 2022

Presépio ovo florido - Portugal

 "A ave sai do ovo. O ovo é o mundo."

(Hermann Hesse)

O ovo é a origem da vida! Muitos animais nascem de ovos. 

Este presépio é colocado ao lado do ovo para relembrar o nascimento e origem da vida de muitos animais que nos rodeiam!

Aqui ficam as fotos!