sexta-feira, 13 de junho de 2025

Ligia Hidalgo - Ilhavo

 “Cada um de nós nasce com uma caixa de fósforos dentro de nós, mas não podemos acende-los sozinhos.”

(Laura Esquivel) 

A origem da caixa de fósforos remonta a 1889, quando o norte-americano Joshua Pusey patenteou o fósforo em papelão, mas só em 1897, a Companhia de Ópera Mendelsohn o procurou para divulgar a abertura da nova estação nova-iorquina. 

A caixa de fósforos, com seu design leve e prático, tornou-se um objeto comum na vida cotidiana, e a sua presença como instrumento musical é uma forma de expressão artística que valoriza a simplicidade e a improvisação.

Este presépio está muito amoroso e faz parte da minha coleção! 







Presépios com contas - Porto

 “Se você pudesse dizer em palavras, não haveria necessidade de pintar.”

(Edward Hopper) 

As contas para colares têm uma história longa e rica, remontando a civilizações antigas. As contas de faiança e as de vidro foram criadas no Egito e na Mesopotâmia, por volta de 4000 a 2340 a.C., respectivamente. As primeiras contas foram feitas de faiança e surgiram no Egito ou na Mesopotâmia por volta de 4000 a.C.
A origem das contas que usamos nos colares têm uma história longa e rica, remontando às civilizações egípcias e da Mesopotâmia, por volta de 4000 a 2340 a.C, respetivamente! As primeiras contas eram de fiança e bastante coloridas. 
Estes presépios usam contas que utilizamos para fazer colares e estão muito engraçados! 







quarta-feira, 4 de junho de 2025

Isaura Marques - Coimbra

 “Laço nos sapatos, nós na gravata, o resto a gente desata.”

(Brione Capri)

A origem da gravata remonta ao final do século XVII na França, onde foi inspirada por um cachecol usado pelos soldados croatas. Os franceses, conhecidos por serem líderes de moda, adaptaram a peça do uniforme militar para uso diário. A palavra "cravate", que significa "croata" em francês, foi usada para designar a gravata, e a sua popularidade rapidamente aumentou.

Durante a Guerra dos Trinta Anos (1618–1648), soldados croatas usavam lenços ao pescoço como parte do seu uniforme. Essas "fitas croatas" (francês: cravate) chamaram a atenção na corte de Luís XIV na França. O Rei Sol adotou este acessório de moda.  

Aqui fica a foto desta bonita gravata que faz parte da minha coleção!

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E este miminho também faz parte da minha coleção!





sexta-feira, 16 de maio de 2025

Maria Rosa Origem - Alcabideche

 “Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida!”

(Papa Francisco)

A cortiça foi encontrada pela primeira vez nos túmulos do Egito. Os antigos gregos e romanos faziam uso deste material para redes de pesca, sandálias, rolhas de garrafas. 
A cortiça é uma matéria-prima totalmente natural, com propriedades únicas que lhe conferem um caráter inigualável. É leve, impermeável a líquidos e a gases, elástica e compressível, é um isolante térmico e acústico, tem uma combustão lenta e é muito resistente ao atrito. 
Portugal, que detém um terço da área global de sobreiros, é o maior produtor de cortiça do mundo.

Este presépio foi feito em cortiça e está amoroso.





Maria Rosa Origem - Alcabideche

 “Apenas os que dialogam podem construir pontes e vínculos.”

(Papa Francisco)

Em 1873 o fazendeiro  americano Joseph Glidden visitou uma feira rural no estado de Illinois. Ele viu a demonstração de uma cerca de arame normal com tábuas pontiagudas que impedia que o gado escapasse e decidiu aprimorá-la. Foi quando Glidden criou o arame farpado: dois arames enrolados juntos, com partes pontiagudas. Ele patenteou a sua invenção, que foi batizada de ‘barbed wire’ ou ‘barbwire’, em 1874.
Mais tarde, passou também a ser usada por exércitos. 
Atualmente, o arame é usado para murar casas e terrenos.  

Estes presépios foram feitos em arame e estão muito amorosos!












terça-feira, 22 de abril de 2025

Fannyarte - Vila Moreira

 "O respeito à vida é fundamento de qualquer outro direito, inclusivé o da liberdade."

(Papa João Paulo II)

E fui presenteada com este miminho pintado na casca de um caracol. Está muito amoroso.



fannyarte - Vila Moreira

 "Transformemos a escuridão e a dor em vida e alegria."

(Papa João Paulo II)

A origem do cimento remonta à Antiguidade, com os egípcios antigos a utilizarem misturas de gesso calcinado em construções monumentais como as pirâmides. A evolução do cimento passou por várias etapas, incluindo a utilização de materiais vulcânicos pelos gregos e romanos, que resultaram em um tipo de cimento mais sofisticado. A moderna produção de cimento, como o cimento Portland, foi desenvolvida no século XIX, com Joseph Aspdin sendo considerado o seu inventor ao queimar calcário e argila. Ele percebeu que  ao queimar, obtinha uma mistura que, após secar, tornava-se tão dura quanto as pedras empregadas nas construções e a mistura não se dissolvia em água.

Em 1976, James Parker desenvolveu um novo tipo de cimento, obtido a partir da calcinação de nódulos de calcário impuro, contendo argilo. 

Estes dois presépios foram elaborados em cimento e fazem parte da minha coleção!