sábado, 8 de janeiro de 2022

Arlene Almeida - Porto

 "O amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte."

 (A. De Saint Exupéry)

Segundo uma das lendas, foi um pastor etíope, denominado Kaldi, que percebeu que havia algo diferente nas plantas da região! Ele alimentou as suas cabras com arbustos e folhagens que tinham um fruto amarelo-avermelhado e notou que os animais ficaram mais animados e com energia, a medida que mastigavam os frutos. Intrigado com o comportamento das suas cabras, ele levou uma amostra da planta para um monge. O religioso, inicialmente, não aprovou e a denominou como “o trabalho do diabo”. A segunda chance foi dada depois que as plantas serem atiradas à fogueira e os monges sentiram o aroma dos grãos torrados. 

Os monges decidiram preparar uma infusão e notaram que ficavam mais agitados e ativos. Considerando os efeitos positivos, passaram a consumir o preparado dos frutos avermelhados nas noites em que tinham que rezar no convento. 

O nome “café” tem origem árabe. Lá a planta era conhecida como Kaweh e a bebida foi denominada como Kahwah ou Cahue, que significa Força.

Este presépio foi feito sobre um grão de café e está muito amoroso. 





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