segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Rolo fotográfico - Porto

 "A fotografia é a literatura do olhar"

(Remy Donnadieu) 

O rolo de fotografias tem início em 1880, quando George Eastman desenvolveu um papel que podia ser coberto de emulsão fotográfica. 

A Kodak foi uma das empresas que ajudaram a popularizar a fotografia para amadores, diminuindo o tamanho das câmaras e ampliando as formas como as imagens eram exibidas. Hoje em dia usamos os nossos telemóveis para fotografar e filmar e a máquina fotográfica não é tão usada como no passado!

Aqui fica a foto de um rolo de fotografias que faz parte da minha coleção!



Cassete - Porto

 “A vida é maravilhosa se não se tem medo dela.” 

(Charles Chaplin)

As Cassetes K7 foram criadas pela empresa Philips, em 1963, como uma maneira de tornar a reprodução de música portátil mais acessível aos enormes discos de vinil. Elas eram feitas em plástico e com uma fita magnética que rodava e gravava, permitindo que a fita fosse colocada ou retirada em qualquer ponto da reprodução ou gravação sem a necessidade de ser rebobinada como as fitas de rolo. Com um tamanho de 10 cm x 7 cm, a caixa plástica permitia uma enorme economia de espaço e um excelente manuseio em relação às fitas tradicionais.

Hoje em dia, é cada vez muito raro usar-se cassetes, pois a tendência é armazenar músicas em dispositivos cada vez mais pequenos e com maior memória! 

Esta cassete tem a imagem de um presépio, como não poderia deixar de ser... e faz parte da minha coleção!




quinta-feira, 26 de outubro de 2023

Prato da Vista Alegre - Ílhavo

 "O mundo é tão vasto e somos tão pequenos, mas unidos pela amizade somos gigantes."

(Lisa Rochembeau)

Este prato têm grande simbolismo para mim pois é o ano em que nasci (1978), sendo assim uma forma de eternizar o meu nascimento. É encantador e têm os tons de azul, uma das minhas cores favoritas. 

Consegui graças a um casal amigo e a quem estou muito grata. 



M. Joaquim Bonacho - Marvão

 " A melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades."

(Abraham Lincoln)

Marvão é uma vila raiana localizada no ponto mais alto da Serra de S. Mamede.

Geograficamente, Marvão é um ponto de defesa estratégico natural, marcado por encostas muito íngremes a Norte, Sul e Oeste, e com acesso a pé apenas pelo lado Este, para onde se desenvolveu a povoação.

Dentro das muralhas, revela-se um bonito conjunto de arquitetura popular alentejana. Nas estreitas ruas de Marvão, descobrem-se facilmente arcos góticos, janelas manuelinas, varandas de ferro forjado embelezando as casas e outros detalhes de interesse em recantos marcados pelo granito local.

Do património edificado, para além do castelo e das muralhas que dificilmente se esquecem, destacam-se a Igreja de Santa Maria, transformada em Museu Municipal, a Igreja de Santiago, a Capela renascentista do Espírito Santo e o Convento de Nossa Senhora da Estrela, fora das muralhas.

Um dos principais motivos para visitar a vila é a bela vista sobre a região. Uma das árvores mais caraterísticas são os castanheiros. 

Foi graças a um casal amigo e colecionadores de presépios que consegui este presépio. A amizade e entreajuda entre colecionadores é tão saudável e ajuda-nos a aumentar a nossa coleção. Estou eternamente grata. 

Aqui ficam as fotos dos presépios: 






segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Presépios em papel - Porto

 "Livro é uma extensão da memória e da imaginação."

(Jorge Luís Borges)


O papel é um dos materiais mais usados em todo o mundo. Quem gosta de ler gosta de sentir o cheiro do papel e o prazer de folhear cada folha do livro! 

Estes presépios são feitos com dobragens de papel! 




sexta-feira, 13 de outubro de 2023

Presépios feitos com carolo de milho - Murtosa

 


"Quem produz espigas de milho onde apenas uma havia sido plantada antes, é mais merecedor da humanidade do que todas as raças de políticos juntos."

(Jonathan Swift, As viagens de Gulliver")


À falta de arroz e com abundância de milho, os beirões criaram as papas de carolo, um doce semelhante ao arroz doce, mas feito com o carolo de milho.

De todos os passeios que realizo tento trazer algo que a natureza oferece para me recordar e desta vez, foram espigas de milho!

Com o carolo e as folhas do milho, decidi fazer estes dois  presépios. 






 

quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Cerâmica do Lugal - Ilhavo

 "Nós temos raízes de alegria, e também nós podemos ser para os outros raízes de alegria. Não se trata de levar uma alegria passageira, uma alegria do momento, trata-se de levar uma alegria que crie raízes. A alegria é missionária, a alegria não é para um só, é para levar algo.”

(Papa Francisco) 

Como região cerâmica, Aveiro é uma das mais antigas de Portugal. O estabelecimento das primeiras olarias data do século XVI, estando estas referências na toponímia, como o antigo Bairro das Olarias e uma das torres da muralha a designar-se por Torre dos Oleiros.

As características geológicas da cidade, rica em argilas, e a abundância de lenhas nas imediações, aliadas a uma rede terrestre e marítima de comunicações fomentaram e desenvolveram esta indústria.

Esta combinação de fatores de localização e beneficiação de alcance dos mercados, como também a existência de uma rede de feiras, originou efeitos de proliferação da indústria local.

Já na segunda década do século XIX surge uma das mais emblemáticas fábricas de cerâmica da região: em janeiro de 1824, José Ferreira Pinto Basto constrói, na Quinta da Vista Alegre, o primeiro forno, que está na origem da ainda hoje conhecida fábrica de porcelanas.

Em 1882 surge, em Aveiro, a Fábrica da Fonte Nova que para além da louça que produziu no seu inconfundível “azul da Fonte Nova” foi uma das que mais contribuiu para a produção de azulejos Arte Nova a nível nacional.

A esta seguiu-se o aparecimento de outras unidades industriais ligadas ao setor cerâmico. A Fábrica Jerónimo Pereira Campos (1897), a Empresa Cerâmica da Fonte Nova (1903) e a Fábrica de Louça dos Santos Mártires (1905) que deu lugar à Fábrica Aleluia (1922), a E.L.A. - Empresa de Loiças e Azulejo de Aveiro, Lda (1919) e a Empresa Olarias Aveirense, Lda (1926) e mais tarde a cerâmica do Lugal. 

Este presépio é desta empresa de olaria e está amoroso.