quarta-feira, 4 de junho de 2025

Isaura Marques - Coimbra

 “Laço nos sapatos, nós na gravata, o resto a gente desata.”

(Brione Capri)

A origem da gravata remonta ao final do século XVII na França, onde foi inspirada por um cachecol usado pelos soldados croatas. Os franceses, conhecidos por serem líderes de moda, adaptaram a peça do uniforme militar para uso diário. A palavra "cravate", que significa "croata" em francês, foi usada para designar a gravata, e a sua popularidade rapidamente aumentou.

Durante a Guerra dos Trinta Anos (1618–1648), soldados croatas usavam lenços ao pescoço como parte do seu uniforme. Essas "fitas croatas" (francês: cravate) chamaram a atenção na corte de Luís XIV na França. O Rei Sol adotou este acessório de moda.  

Aqui fica a foto desta bonita gravata que faz parte da minha coleção!

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E este miminho também faz parte da minha coleção!





sexta-feira, 16 de maio de 2025

Maria Rosa Origem - Alcabideche

 “Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida!”

(Papa Francisco)

A cortiça foi encontrada pela primeira vez nos túmulos do Egito. Os antigos gregos e romanos faziam uso deste material para redes de pesca, sandálias, rolhas de garrafas. 
A cortiça é uma matéria-prima totalmente natural, com propriedades únicas que lhe conferem um caráter inigualável. É leve, impermeável a líquidos e a gases, elástica e compressível, é um isolante térmico e acústico, tem uma combustão lenta e é muito resistente ao atrito. 
Portugal, que detém um terço da área global de sobreiros, é o maior produtor de cortiça do mundo.

Este presépio foi feito em cortiça e está amoroso.





Maria Rosa Origem - Alcabideche

 “Apenas os que dialogam podem construir pontes e vínculos.”

(Papa Francisco)

Em 1873 o fazendeiro  americano Joseph Glidden visitou uma feira rural no estado de Illinois. Ele viu a demonstração de uma cerca de arame normal com tábuas pontiagudas que impedia que o gado escapasse e decidiu aprimorá-la. Foi quando Glidden criou o arame farpado: dois arames enrolados juntos, com partes pontiagudas. Ele patenteou a sua invenção, que foi batizada de ‘barbed wire’ ou ‘barbwire’, em 1874.
Mais tarde, passou também a ser usada por exércitos. 
Atualmente, o arame é usado para murar casas e terrenos.  

Estes presépios foram feitos em arame e estão muito amorosos!












terça-feira, 22 de abril de 2025

Fannyarte - Vila Moreira

 "O respeito à vida é fundamento de qualquer outro direito, inclusivé o da liberdade."

(Papa João Paulo II)

E fui presenteada com este miminho pintado na casca de um caracol. Está muito amoroso.



fannyarte - Vila Moreira

 "Transformemos a escuridão e a dor em vida e alegria."

(Papa João Paulo II)

A origem do cimento remonta à Antiguidade, com os egípcios antigos a utilizarem misturas de gesso calcinado em construções monumentais como as pirâmides. A evolução do cimento passou por várias etapas, incluindo a utilização de materiais vulcânicos pelos gregos e romanos, que resultaram em um tipo de cimento mais sofisticado. A moderna produção de cimento, como o cimento Portland, foi desenvolvida no século XIX, com Joseph Aspdin sendo considerado o seu inventor ao queimar calcário e argila. Ele percebeu que  ao queimar, obtinha uma mistura que, após secar, tornava-se tão dura quanto as pedras empregadas nas construções e a mistura não se dissolvia em água.

Em 1976, James Parker desenvolveu um novo tipo de cimento, obtido a partir da calcinação de nódulos de calcário impuro, contendo argilo. 

Estes dois presépios foram elaborados em cimento e fazem parte da minha coleção! 












Antius artesanato - Ançã

 "Cada um puxa a brasa para a sua sardinha."

Em média, cada português consome cerca de 15 quilos de bacalhau por ano, tornando Portugal um dos maiores consumidores mundiais deste peixe. O consumo de bacalhau é maior na época do Natal, representando cerca de 30% do consumo total anual. 

Aqui fica a foto deste peixe tão apreciado pelos portugueses e que faz parte da minha coleção!


A sardinha é outro peixe muito apreciado. Este  presépio  também faz parte da minha coleção!



Antius artesanato - Ançã

 "Não é digno de saborear o mel aquele que se afasta da colmeia com medo das picadas das abelhas."

(W. Shakespeare)

Já o  homem primitivo do paleolítico procurava o mel das abelhas para se alimentar. conforme demosntravam várias pinturas rupestres.

Com a revolução neolítica tornou-se sedentário e domesticou as abelhas construindo abrigos para elas.

Na mesopotâmia, encontram-se placas de cera de abelha com inscrições cuneiformes.

 A apicultura desenvolveu-se no apogeu da civilização grega, servindo o mel sobretudo para a alimentação das crianças.

Na época romana, o mel entrava no fabrico de todos os bolos. Além disso, as mulheres serviam-se dele para confeccionar produtos de beleza.

O mel é uma excelente fonte de energia, sendo reconhecido em termos desportivos como um componente altamente energético e dietético para a alta competição.

Este presépio está sobre um mini frasco de mel e faz parte da minha coleção!