quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Mimos da Cláudia - Vagos

 "A paz é como uma toalha de linho branca, estendida sobre a longa mesa da vida."

(Gilda Morais)

Os primeiros relatos de uso similar ao guardanapo para fins de higiene nas refeições, vêm da Grécia antiga, quando era utilizado o pão para essa finalidade, principalmente nos textos de Alcifrão ou Aristófanes.

Na China já se utilizava do guardanapo de papel no tradicional chá da tarde!

No século XI, a regra geral era comer com as mãos e os comensais limpavam suas mãos nos pelos de animais vivos (como coelhos e cães). 

Leonardo da Vinci ficava chocado com esta prática usada pelo duque de Milão de prender coelhos vivos a cada mesa dos comensais para que estes limpassem as mãos aos pelos dos animais!

Consta que devemos a invenção dos guardanapos a Leonardo da Vinci (1452-1519)! Nos seus diários deixou escrito, quando descrevia as suas vicissitudes como mestre-de-cerimónias do duque de Milão, que teve a ideia de oferecer aos convidados uma forma de limparem as mãos durante os banquetes.

Na Idade Média, em grande parte da Europa, o uso de toalha de mesa e panos para limpeza das mãos e decorações, eram sinais de status e prestígio das famílias abastadas e foi neste período que o guardanapo passou a ser individual, pois antes, era compartilhado pelo casal ou a cada dois convidados.

Esta simpática artesã concretizou a minha ideia de ter argolas para guardanapo para alegrar a mesa de Natal. Ficaram lindos, não acham?




Este presépio também está muito delicado e giro. 










segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Presépio em papel - Arouca

 

"Que o papel fale e que a língua se cale."

 (Miguel Cervantes)


Este presépio em feito em papel e de uma enorme beleza e perfeição! Faz parte da minha coleção! 



quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Miminhos da Lúcia - Lisboa

 

"Cada homem traz consigo, ao nascer,  um talento especial."

(Ralph Waldo Emerson)


Ontem a minha coleção ficou mais rica com estes bonitos presépios adquiridos à Lúcia. Tem presépios lindos e de perder a cabeça pelo grande talento desta simpática artesã e amiga. 

Convido-vos a visitarem a página do facebook: Miminhos da Lúcia. (https://www.facebook.com/ByMiminhosDaLucia) 

Estes presépios combinam porcelana fria com pedras, outros materiais de bijuteria, cortiça, madeira e muita criatividade para criar estas bonitas peças. 







E este miminho que adorei e que me deixou cheia de alegria.
















sábado, 30 de outubro de 2021

Criações da Ana - Lisboa

 

"Que mundo é este em que é preciso ser louco para fazer o que é certo?"

 (Aristides de Sousa Mendes)


Este presépio faz uma bonita homenagem à região da Serra da Estrela e aos produtos típicos desta região! 

José, Maria e o Menino Jesus trajaram-se a rigor com vestes de lã para aguentar o frio que lá se faz sentir! 

Não faltou a ovelhinha que fornece o seu delicioso leite para fazer o queijinho da Serra com o seu sabor tão característico! 



Criações da Ana - Lisboa

Se há que desobedecer prefiro que seja uma ordem dos homens do que uma ordem de Deus. Eu ficaria com Deus contra o homem, em vez de com o homem contra Deus”

(Aristides de Sousa Mendes)

Este presépio faz uma bonita homenagem a Santarém e aos produtos típicos de lá. 

José, Maria e o Menino vestiram-se com os trajes do Ribatejo e não faltou o cavalo desta bonita região! 

O melão e a melancia de Almeirim também não ficou esquecido! 







segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Tribus - Porto

 “Pensamento é como novelo de lã. Depois de embaralhado fica difícil puxar o fio da meada e desenrolar a linha.”

(Edna Frigato)

Estes pequenos trabalhos foram feitos com contas de madeira e fio de macramé. Foram criados por Andreia Pekita e fazem parte da minha coleção. 









segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Da natureza à arte - Penafiel

 “"Há sempre um livro aberto para todos os olhos: a natureza."

(Jean Jacques Rousseau)


O pinhal de Leiria terá sido uma das primeiras iniciativas a promover o aumento da espécie de pinheiros bravos em Portugal: foi mandando plantar pelo rei D. Afonso III (1210-1279), e a sua área foi ampliada por ordem de D. Dinis, entre 1279 e 1325, com sementeiras  ao longo da costa.

No período alto dos Descobrimentos (nos séculos XV e XVI), a madeira dos pinheiros era usada nas embarcações -assim como a sua resina na calafetagem -, procurada como matéria-prima e fonte de energia para vários ofícios e para o lume e aquecimento das famílias. Esta procura crescente esteve na origem da publicação da Lei das Árvores (1562), que obrigava à plantação de espécies para madeira, incluindo pinheiro-bravo.
Muito havia a dizer sobre os pinheiros e o seu fruto, a pinha. 

Este presépio foi construído  e modelado com pinhas das árvores que ganharam vida e forma! Vejam a perfeição e criatividade do artesão João Rego. Convido a visitarem a sua página no facebook. 

Ora vejam as fotos para comprovar o que digo: