"A paz é como uma toalha de linho branca, estendida sobre a longa mesa da vida."
(Gilda Morais)
Os primeiros relatos de uso similar ao guardanapo para fins de higiene nas refeições, vêm da Grécia antiga, quando era utilizado o pão para essa finalidade, principalmente nos textos de Alcifrão ou Aristófanes.
Na China já se utilizava do guardanapo de papel no tradicional chá da tarde!
No século XI, a regra geral era comer com as mãos e os comensais limpavam suas mãos nos pelos de animais vivos (como coelhos e cães).
Leonardo da Vinci ficava chocado com esta prática usada pelo duque de Milão de prender coelhos vivos a cada mesa dos comensais para que estes limpassem as mãos aos pelos dos animais!
Consta que devemos a invenção dos guardanapos a Leonardo da Vinci (1452-1519)! Nos seus diários deixou escrito, quando descrevia as suas vicissitudes como mestre-de-cerimónias do duque de Milão, que teve a ideia de oferecer aos convidados uma forma de limparem as mãos durante os banquetes.
Na Idade Média, em grande parte da Europa, o uso de toalha de mesa e panos para limpeza das mãos e decorações, eram sinais de status e prestígio das famílias abastadas e foi neste período que o guardanapo passou a ser individual, pois antes, era compartilhado pelo casal ou a cada dois convidados.
Esta simpática artesã concretizou a minha ideia de ter argolas para guardanapo para alegrar a mesa de Natal. Ficaram lindos, não acham?




Sem comentários:
Enviar um comentário