terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Flor Minhota - Viana do Castelo

 "A minha terra é Viana

São estas ruas estreitas

São os navios que partem

E são as pedras que ficam;

É este sol que me abrasa

Este amor que não engana

Estas sombras que me assustam

Havemos de ir a Viana". 

(Pedro Homem de Mello)

Viana do Castelo é uma cidade que fica no coração! Viana é amor e a princesa do Lima! Este ano fui até lá em trabalho e aproveitei para conhecer as bonitas iluminações de Natal. Acabei por ver um mercado de Natal onde conheci artesãos locais. 

Diz a lenda popular que o nome da cidade nasceu de uma história de amor. Um cavaleiro apaixonado por uma bela princesa chamada Ana, que vivia num castelo à beira-rio, passava o tempo a tentar avistá-la. Quando finalmente a via à janela, gritava entusiasmado: "Vi Ana do Castelo!

Viana do Castelo detém o título de Capital da Cultura do Eixo Atlântico em 2025, promovendo uma vasta agenda de eventos culturais ao longo do ano.

Aqui fica a foto deste presépio com trajes locais e que faz parte da minha coleção! 







sábado, 20 de dezembro de 2025

Patricia Reis - Odivelas

 "A cerâmica é a única poesia que pode ser tocada." 

(Ella Fontanals)


Este presépio retrata o cenário de Natal frio, pela cor branca que representa a neve e a árvore de Natal que representa vida, sonhos e esperança que queremos ver realizado no Natal!

Faz parte da minha coleção!




Joaquim Garrido - Vila do Conde

 “Feliz aquele que atravessou a vida ajudando o seu semelhante, que não conheceu o medo e se manteve alheio à agressividade e ao ressentimento! É dessa madeira que são esculpidas as figuras ideais, que consolam a Humanidade nas situações de sofrimento que ela própria criou".

(Albert Einstein)



domingo, 14 de dezembro de 2025

Francisco Simões - Redondo

 "A vida é um tecido delicado bordado com a linha da Imperfeição"

Estes presépios são bordados e estão muito amorosos! 







A Sapateira - Pitões de Júnias

 "Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo" 

(Alberto Caeiro)

Pitões das Júnias pertence ao concelho de Montalegre, fica bem perto da fronteira com Espanha e é uma das mais altas aldeias de Portugal.

A D. Alcina  é uma pintora fantástica e retrata bem o carateristico desta bela vila que tive a oportunidade de visitar e ficar encantada! Podem encontrar os seus trabalhos nas redes sociais (a sapateira). Estes dois imanes fazem parte da minha coleção! 






domingo, 30 de novembro de 2025

Presépio em papel - Jornal de Notícias

 “A Terra Natal, mesmo que seja uma aldeia, será sempre o paraíso do mundo.” 

(Machado de Assis) 

O Natal é muito mais do que luzes cintilantes e presentes coloridos. É a época em que os corações se enchem de esperança e os sonhos ganham asas. Para as crianças, tudo parece possível: o som dos sinos traz histórias encantadas e cada estrela no céu parece guardar um segredo especial.

Mas a verdadeira magia do Natal está na família. Está no abraço apertado, no riso à volta da mesa e no cheiro das bolachas acabadas de sair do forno. Está no momento em que todos se reúnem para decorar a árvore, pendurar enfeites cheios de memórias e criar novas tradições que ficam para sempre.

O Natal lembra-nos que os melhores presentes não vêm embrulhados. São os momentos partilhados, as conversas que aquecem a alma e a alegria de estarmos juntos. É tempo de acreditar, de agradecer e de espalhar amor. É isso que torna esta época tão especial.

Este presépio está a sair semanalmente com o Jornal de Notícias e está engraçado! 






terça-feira, 25 de novembro de 2025

Mini mania - Iha Terceira - Açores

 “É uma cultura popular. é uma inspiração secular. Narra o nascimento de Cristo, fazendo a maquete do lugar." 

(Sebastião Santos Silva)

Em São Miguel, as primeiras referências a presépios remontam ao século XVI, por influência da fixação na ilha da Ordem dos Franciscanos. Porém, é no século XVII que aparecem as primeiras “lapinhas”, confecionadas pelas freiras nos conventos, decoradas com minúsculas conchas e flores artificiais de seda, penas, escamas de peixe, cera, papel e algodão, de onde sobressaem figurinhas de barro representando a Sagrada Família.

O século XVIII assistiu a um maior brilho e expansão dos presépios de lapinhas em S. Miguel, sobretudo devido à influência de escultores continentais, como Machado de Castro, sendo possível encontrar, ainda hoje, vários exemplares de “lapinhas” dessa época, em igrejas e casas particulares.

No século XIX os presépios passaram para o domínio da arte popular e, em São Miguel, as “lapinhas” continuam a produzir-se em espaço doméstico e a título particular, coexistindo com os característicos “Altares do Menino Jesus.” De salientar que essas “lapinhas” permaneciam em exposição todo o ano, colocadas em cima da cómoda do quarto de cama.

 Atualmente, artesãos locais continuam a dedicar-se, com empenho e preciosa habilidade, à produção de “lapinhas”, em maquinetas ou em redomas, contribuindo para manter viva uma das mais belas demonstrações da religiosidade do povo açoriano. 

Este presépio retrata bem o presépio das Lapinhas e faz parte da minha coleção!
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