“Pegue na bondade e doe-a a quem não sabe doar. Descubra o amor e faça-o conhecer ao mundo.” (Mahatma Gandhi)
Os descobridores portugueses foram os primeiros europeus a encontrar eucaliptos, em Timor, no início do séc. XVI.
A palavra eucalipto deriva do latim Eucalyptus, que por sua vez se baseia em duas palavras gregas Eu e calyptus. Estas significam “bem coberto” ou “bem escondido”, numa alusão ao botão floral dos eucaliptos que lembra uma espécie de tampa – chamada opérculo – protetora das restantes partes da flor.
Pensa-se que o eucalipto (possivelmente da espécie E. obliqua) terá sido introduzido pela primeira vez em Portugal por volta de 1829 (em Vila Nova de Gaia).
O eucalipto tem maior presença na região litoral centro (40,2% da área florestal), onde está mais bem-adaptado, com uma representatividade um pouco inferior à dos pinhais e outras espécies resinosas (44,5%).
O crescimento da área florestal de eucalipto traduz a sua importância socioeconómica para muitos proprietários florestais e indústria em Portugal. Esta relevância é possível devido à adaptação do Eucalyptus globulus às características do solo e clima nacionais, em particular nas zonas mais chuvosas e de invernos amenos.
Foi numa carrapeta, a cápsula do eucalipto que este presépio foi pintado.



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