“No silêncio da natureza ouço Deus falar comigo.”
(Paul Henry)
Os habitantes da Bajouca quiseram tirar partido dos solos argilosos da região, e foi assim que ali nasceu esta arte, que perdura até aos dias de hoje!
Os pedaços de argila clara e muito fina são moldados por mãos que combinam, obrigatoriamente, força e delicadeza, fazendo nascer peças belas, ora com utilidade ora meramente decorativas. Os acabamentos também são inúmeros, desde o aspeto tosco a fazer lembrar o barro por acabar, aos vidrados coloridos que espelham os raios de sol.
Céu Pedrosa é oleira e vem de uma família com longa tradição no barro. O bisavô era oleiro, o avô (com quem Céu aprendeu esta arte) era oleiro, o pai era oleiro; em cinco irmãos, só um não se dedicou à olaria. Aos nove anos já Céu fazia peças!
Este presépio é da sua autoria e faz parte da minha coleção!
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