terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Flor Minhota - Viana do Castelo

 "A minha terra é Viana

São estas ruas estreitas

São os navios que partem

E são as pedras que ficam;

É este sol que me abrasa

Este amor que não engana

Estas sombras que me assustam

Havemos de ir a Viana". 

(Pedro Homem de Mello)

Viana do Castelo é uma cidade que fica no coração! Viana é amor e a princesa do Lima! Este ano fui até lá em trabalho e aproveitei para conhecer as bonitas iluminações de Natal. Acabei por ver um mercado de Natal onde conheci artesãos locais. 

Diz a lenda popular que o nome da cidade nasceu de uma história de amor. Um cavaleiro apaixonado por uma bela princesa chamada Ana, que vivia num castelo à beira-rio, passava o tempo a tentar avistá-la. Quando finalmente a via à janela, gritava entusiasmado: "Vi Ana do Castelo!

Viana do Castelo detém o título de Capital da Cultura do Eixo Atlântico em 2025, promovendo uma vasta agenda de eventos culturais ao longo do ano.

Aqui fica a foto deste presépio com trajes locais e que faz parte da minha coleção! 







sábado, 20 de dezembro de 2025

Patricia Reis - Odivelas

 "A cerâmica é a única poesia que pode ser tocada." 

(Ella Fontanals)


Este presépio retrata o cenário de Natal frio, pela cor branca que representa a neve e a árvore de Natal que representa vida, sonhos e esperança que queremos ver realizado no Natal!

Faz parte da minha coleção!




Joaquim Garrido - Vila do Conde

 “Feliz aquele que atravessou a vida ajudando o seu semelhante, que não conheceu o medo e se manteve alheio à agressividade e ao ressentimento! É dessa madeira que são esculpidas as figuras ideais, que consolam a Humanidade nas situações de sofrimento que ela própria criou".

(Albert Einstein)



domingo, 14 de dezembro de 2025

Francisco Simões - Redondo

 "A vida é um tecido delicado bordado com a linha da Imperfeição"

Estes presépios são bordados e estão muito amorosos! 







A Sapateira - Pitões de Júnias

 "Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo" 

(Alberto Caeiro)

Pitões das Júnias pertence ao concelho de Montalegre, fica bem perto da fronteira com Espanha e é uma das mais altas aldeias de Portugal.

A D. Alcina  é uma pintora fantástica e retrata bem o carateristico desta bela vila que tive a oportunidade de visitar e ficar encantada! Podem encontrar os seus trabalhos nas redes sociais (a sapateira). Estes dois imanes fazem parte da minha coleção! 






domingo, 30 de novembro de 2025

Presépio em papel - Jornal de Notícias

 “A Terra Natal, mesmo que seja uma aldeia, será sempre o paraíso do mundo.” 

(Machado de Assis) 

O Natal é muito mais do que luzes cintilantes e presentes coloridos. É a época em que os corações se enchem de esperança e os sonhos ganham asas. Para as crianças, tudo parece possível: o som dos sinos traz histórias encantadas e cada estrela no céu parece guardar um segredo especial.

Mas a verdadeira magia do Natal está na família. Está no abraço apertado, no riso à volta da mesa e no cheiro das bolachas acabadas de sair do forno. Está no momento em que todos se reúnem para decorar a árvore, pendurar enfeites cheios de memórias e criar novas tradições que ficam para sempre.

O Natal lembra-nos que os melhores presentes não vêm embrulhados. São os momentos partilhados, as conversas que aquecem a alma e a alegria de estarmos juntos. É tempo de acreditar, de agradecer e de espalhar amor. É isso que torna esta época tão especial.

Este presépio está a sair semanalmente com o Jornal de Notícias e está engraçado! 






terça-feira, 25 de novembro de 2025

Mini mania - Iha Terceira - Açores

 “É uma cultura popular. é uma inspiração secular. Narra o nascimento de Cristo, fazendo a maquete do lugar." 

(Sebastião Santos Silva)

Em São Miguel, as primeiras referências a presépios remontam ao século XVI, por influência da fixação na ilha da Ordem dos Franciscanos. Porém, é no século XVII que aparecem as primeiras “lapinhas”, confecionadas pelas freiras nos conventos, decoradas com minúsculas conchas e flores artificiais de seda, penas, escamas de peixe, cera, papel e algodão, de onde sobressaem figurinhas de barro representando a Sagrada Família.

O século XVIII assistiu a um maior brilho e expansão dos presépios de lapinhas em S. Miguel, sobretudo devido à influência de escultores continentais, como Machado de Castro, sendo possível encontrar, ainda hoje, vários exemplares de “lapinhas” dessa época, em igrejas e casas particulares.

No século XIX os presépios passaram para o domínio da arte popular e, em São Miguel, as “lapinhas” continuam a produzir-se em espaço doméstico e a título particular, coexistindo com os característicos “Altares do Menino Jesus.” De salientar que essas “lapinhas” permaneciam em exposição todo o ano, colocadas em cima da cómoda do quarto de cama.

 Atualmente, artesãos locais continuam a dedicar-se, com empenho e preciosa habilidade, à produção de “lapinhas”, em maquinetas ou em redomas, contribuindo para manter viva uma das mais belas demonstrações da religiosidade do povo açoriano. 

Este presépio retrata bem o presépio das Lapinhas e faz parte da minha coleção!
~


quarta-feira, 19 de novembro de 2025

O mundo da Bela - Rio Tinto

"Se um dia a nossa luz da amizade se apagar, a gente acende uma vela”. 

(Bob Marley ) 

As velas têm uma origem antiga, foram usadas pelos egípcios há mais de 5.000 anos, que utilizavam junco mergulhado em gordura animal. Os romanos, por volta de 500 a.C., são considerados os primeiros a criar velas verdadeiras com pavio, usando sebo de animais ou cera de abelha. Desde então, a confeção das velas evoluiu, com a introdução da parafina no século XIX, tornando-as mais acessíveis e duradouras.

Esta vela têm o aroma de canela e faz parte da minha coleção! 



quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Presépio com flores secas - Maia

 "As flores desabrocham para continuar a viver, pois reter é perecer."

(Khalil Gibran)

As primeiras evidências do uso de flores secas remontam ao Antigo Egito, onde eram utilizadas em rituais religiosos, coroas funerárias e até na preservação dos tumulos. Os egípcios acreditavam que as flores secas carregavam energias espirituais e simbolizavam a vida além da morte.

Este quadro foi feito com flores secas variadas e faz parte da minha coleção! 




Presépio especiarias - Maia

 "Nas especiarias da vida, sempre existirá o tempero certo para deixar tudo mais gostoso e uma xícara de chá para se encontrar a paz!

Este presépio está muito giro porque combina várias especiarias, como cravos da India, anis e canela!  Cheira muito bem e faz parte da minha coleção! 




segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Alfinetes com presépios - Porto

 "Um alfinete que penetra, faz um estrago semelhante ao de uma espada."

  (Jefferson Andrade)

O alfinete foi inventado por Walter Hunt em 1849. A sua invenção foi motivada por uma dívida, e ele criou um design com uma mola e um fecho para proteger a ponta e evitar perfurações acidentais.

As fíbulas, alfinetes de peito da antiguidade usados para prender peças de vestuário, também precederam o modelo moderno.

Os primeiros alfinetes eram simples objetos retos, usados pelos sumérios por volta de 2000 a.C. para prender tecidos que envolviam o corpo, pois as roupas ainda não eram costuradas!

Ao longo do tempo, os alfinetes tornaram-se objetos de moda, decorando chapéus e roupas.

Estes alfinetes fazem parte da minha coleção de presépios! 










quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Presépio pin - Porto

 “Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é indispensável para sermos bons no nosso ofício."

(Denis Diderot)

O alfinete é uma peça usada pelos egípcios e gregos como adorno. 

Na Idade Média, os broches e alfinetes esmaltados eram usados para fechar cachecóis e xailes, tanto pelos celtas como pelos Vikings. 

Os primeiros pins de metal surgiram no Pós-Guerra, nos EUA, usados pelos militares e posteriormente pelos políticos. 

Este pin têm um presépio e está engraçado!





terça-feira, 28 de outubro de 2025

Tânia Sequeira - Silves

 “Os espelhos são usados para ver o rosto: a arte para ver a alma.”

(George Bernard Shaw)

O desenvolvimento da resina sintética teve um grande impulso durante a Segunda Guerra Mundial, quando a escassez de matérias-primas naturais levou à busca por novas soluções. Foi nesse período que surgiram as primeiras resinas sintéticas de grande escala, como o polietileno e o polipropileno.

A história da resina epóxi remonta a 1936, quando Pierre Castan, um químico suíço, sintetizou a primeira resina epóxi sólida conhecida como poliglicidiléter.

A sua descoberta foi o ponto de partida para o desenvolvimento posterior desse material revolucionário e que deu origem à primeira resina epóxi sólida.

Nas artes, a resina epóxi é frequentemente usada para criar pinturas tridimensionais, onde as camadas de resina são aplicadas em diferentes estágios para criar profundidade e efeitos visuais interessantes.

Este presépio é feito com resina e arame e faz parte da minha coleção! 





Presépio folha de milho - Porto

 “Tudo o que o sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado.”

(Roberto Shinyashiki)

O milho é um alimento muito saudável pois ajuda a melhorar o funcionamento intestinal devido às suas fibras, proteger a visão devido aos antioxidantes como a luteína e zeaxantina, fornecer energia por ser rico em carboidratos e vitaminas do complexo B, e ajudar a controlar o colesterol e os níveis de açúcar no sangue.E até  as folhas que envolvem o milho se aproveitam para o artesanato.  
Foi com folhas e barba de milho que este presépio foi elaborado e que faz parte da minha coleção! 






terça-feira, 21 de outubro de 2025

Presépio sobre dedal - Porto

 "Vê como este anel assenta neste dedo, assim como o meu coração cabe dentro do peito. Usa os dois, porque ambos são teus, e se for lícito a este teu pobre e dedicado servo implorar um favor à tua graciosa mão, para todo o sempre assim confirmarias a sua felicidade".

(William Shakespeare)

A origem do anel remonta à Mesopotâmia e ao Antigo Egito, por volta de 3.500 a.C.

Os romanos popularizaram o uso e a tradição se espalhou, com os anéis também adquirindo significados de poder, compromisso e, mais tarde, aliança de casamento, com o formato circular simbolizando eternidade.

Acredita-se que os primeiros anéis de casamento foram trocados pelos egípcios, que usavam materiais como junco ou papiro. Eles acreditavam que o dedo anelar da mão esquerda continha uma veia (a "Vena amoris") diretamente ligada ao coração.

No século IX, a Igreja Católica oficializou o uso de anéis de casamento para simbolizar fidelidade e união.

Este presépio foi feito sobre um pequeno dedal e faz parte da minha coleção!




Elevador da Graça - Porto

 "A vida é como um elevador. Cada botão... representa uma escolha. Às vezes, é preciso descer alguns andares para que o elevador possa subir mais alto."

(Fagner Gouveia)

Os elevadores da calçada de Lavra, Graça, Glória, Estrela foram inaugurados no último quartel do século XIX, foi obra do engenheiro portuense, de origem francesa, Raul Mesnier de Ponsard que, em 1882, fundou a Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, pouco depois de ter dirigido, com base num projeto do engenheiro suíço Niklaus Riggenbach, a obra que o viria a tornar famoso: o elevador do Bom Jesus, em Braga.

O elevador de Camões surgiu da necessidade de ligar a Avenida da Liberdade à Rua de São Pedro de Alcântara, na Calçada da Glória, facilitando a circulação da cidade. 

Apesar de ser um meio de transporte seguro, a verdade é que em 3 de Setembro de 2025, ocorreu uma tragédia causada pelo descarrilamento do funicular, devido à rutura dos cabos de sustentação e que causaram 16 mortos e 22 feridos. 

Aqui fica a foto deste presépio que é uma homenagem ao elevador de  Lisboa!



Presépio sobre andorinha - Porto

 “Voa um par de andorinhas, fazendo verão. 

As andorinhas é que mudam.”

(Mário Quintana)

As andorinhas são conhecidas pela sua migração anual para regiões mais quentes e por serem símbolos de sorte, fidelidade e lar, com a tradição portuguesa a ligá-las ao regresso seguro para casa, tanto que os pescadores as usavam como um amuleto.

Elas utilizam pistas visuais e ambientais para se orientarem durante o voo.

O famoso artesão português Bordallo Pinheiro foi o primeiro a produzir andorinhas de cerâmica em 1881, tornando a figura popular em muitas casas.


Aqui fica a foto deste presépio que faz parte da minha coleção!



sexta-feira, 17 de outubro de 2025

D.V. Artesanato - Sintra

 “Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo." 

(Carlos Drummond de Andrade)

Achei muita graça a este presépio e aos simpáticos animais feitos com lã e biscuit. 

O outro presépio é bem pequenino e tem uma redoma em vidro para o proteger, 

Ambos fazem parte da minha coleção e estão amorosos, não estão?






terça-feira, 7 de outubro de 2025

Loja sem sal - Rio Maior

 "Toda a concha mesmo oca apresenta forma única no universo... Se elas fossem só a forma sem o vazio, não seriam conchas, não seriam nada." 

(Jaqueline Ravalet)

As conchas fazem-nos recordar os dias passados na praia! O caminhar pela areia e descobrir as bonitas conchas com diferentes formas e feitios que serpenteiam a beira-mar. Lembram-nos as férias em família, com saborosos lanches para nos refrescarmos dos dias de calor! 

Este presépio foi feito nesta original concha e faz parte da minha coleção!



sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Sapatinho de bebé - Porto

 "Tenho os pés bem assentes no chão, mas com melhores sapatos"

 (Oprah Winfrey)

Tinha este sapatinho guardado de um passeio que realizei com o meu ex-namorado e decidi que era altura de lhe dar uma nova utilidade! Toca a pegar em tecidos e paus de gelados e fazer este presépio! 

Aqui fica as fotos!




quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Berta Paiva - S. Miguel - Açores


"A respiração do mar é-lhes indispensável à vida".

(Raul Brandão)

A origem dos trabalhos em escamas de peixe nos Açores está ligada à abundância de peixes no mar do arquipélago e à criatividade dos artesãos locais, que transformam as escamas em "flores" e outras peças ornamentais, aproveitando a diversidade de texturas e cores para criar peças de artesanato tradicionais e únicas.

As escamas de peixe são o material principal, sendo lavadas, escolhidas e recortadas com tesouras para criar formas de flores, folhas e outros motivos.

Este presépio foi elaborado com escamas de peixe e está encantador. 



Presépio mosaico - Porto

 “Poucos enxergam que somos um mosaico, e cada pedaço conta uma história" 

( Brione Capri)

A origem do mosaico remonta à Mesopotâmia por volta de 3000 a.C., com os sumérios a utilizarem pedras e conchas para ornamentação. A técnica foi aprimorada na Grécia Antiga, ganhando contornos artísticos, e expandida pelos Romanos, que a utilizaram em larga escala em suas construções.

Os romanos popularizaram a arte e a expandiram, utilizando mármores coloridos e vidros em residências e edifícios públicos, como em Pompeia. A durabilidade dos mosaicos romanos inspirou o calçamento de praças e jardins, além de contar histórias e lendas. 

 O Império Bizantino levou a arte a um novo patamar, com a introdução do uso de fundo dourado em igrejas, e a técnica segue presente até os dias de hoje.

Este presépio está sobre um mini mosaico e faz parte da minha coleção. 



Presépio colmeia - Porto

 "As palavras bondosas são como o mel: doces para o paladar e boas para a saúde".

"A vida é a flor cujo mel é o amor".

A origem do mel remonta à Pré-história, sendo coletado por humanos 9.000 anos atrás, no período Neolítico, e posteriormente usado no Antigo Egito como alimento, remédio e em rituais.

Na Grécia, o mel era usado na alimentação de crianças e para fazer bolos e doces. Roma também o utilizava na culinária e como oferenda aos deuses.

Este presépio está engraçado porque José, Maria e o Menino estão dentro de uma colmeia de abelhas.



segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Presépio em madeira - Porto

  “Armar o Presépio nas nossas casas ajuda-nos a reviver a história sucedida em Belém. Naturalmente os Evangelhos continuam a ser a fonte, que nos permite conhecer e meditar aquele Acontecimento; mas, a sua representação no Presépio ajuda a imaginar as várias cenas, estimula os afetos, convida a sentir-nos envolvidos na história da salvação, contemporâneos daquele evento que se torna vivo e atual nos mais variados contextos históricos e culturais.”

(Papa Francisco)



Presépio em viola - Porto

 “Pelo afinar da viola se conhece o tocador.”

A viola é um instrumento musical da família do violino (de arco e quatro cordas), assemelhando-se visualmente a este, inclusive na maneira de se tocar. No entanto, possui um som mais encorpado, doce, menos estridente e mais grave, sendo o seu registo intermédio entre o violino e o violoncelo.

A viola foi criada entre os séculos XIV e XV, tendo como primeira publicação relativa a Régola Rubertina em 1543 por Ganassi del Fontego. A viola como é conhecida hoje possivelmente surgiu a partir da viola d'amore.

Aqui fica a foto deste presépio sobre uma viola e que faz parte da minha coleção! 



Micro garrafa de azeite - Porto

 “Azeite e água não se misturam".

(Provérbio popular)


O azeite é um produto alimentar secular e principal fonte de gordura na dieta Mediterrânica. Os principais países produtores de azeite localizam-se no Mediterrâneo e, até há alguns anos atrás, eram esses os países consumidores.

Atualmente, o consumo de azeite tem vindo a estender-se a nível mundial, tal como a sua produção.

Este produto secular designado vulgarmente de “ouro líquido” é um produto natural, que quando consumido em doses adequadas, apresenta inúmeros benefícios para a saúde, nomeadamente devido à sua composição em compostos de elevado valor nutricional: vitamina E, ácido oleico e compostos fenólicos que ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares e inflamatórias, na saúde óssea e cerebral, e na proteção da pele e dos tecidos.

Aqui fica a foto deste presépio que faz parte da minha coleção!




terça-feira, 16 de setembro de 2025

Presépio puxador - Porto

 "Para o optimista todas as portas têm maçanetas e dobradiças, para o pessimista todas as portas têm trincos e fechaduras.” 

(William Arthur Ward )

A história dos puxadores de móveis está ligada à empresa italiana Pamar, que se tornou líder mundial na produção de puxadores e acessórios para móveis após a Segunda Guerra Mundial, focando na pesquisa, experimentação e no design como elementos fundamentais. 

A empresa considerava o design um elemento essencial na criação de seus produtos, transformando os puxadores de um simples acessório em elementos funcionais e estéticos.

Aqui fica a foto do presépio:



terça-feira, 9 de setembro de 2025

Presépio flor de hibisco - Porto

 “Nos galhos e flores dos hibiscos"  pode-se "ouvir a sua suave mensagem de paz"

A origem da flor do hibisco remonta às regiões tropicais da Ásia e da África Oriental. 

O hibisco simboliza a beleza, a virtude, a hospitalidade e a riqueza em diversas culturas. É uma flor nacional no Havaí, onde representa boas-vindas e tradição, e é a flor nacional da Malásia, símbolo de coragem e força. Em outras culturas, o hibisco também está associado à feminilidade, amor, paz e tranquilidade, sendo utilizado em celebrações e como presente.

É usual fazermos chá da flor de hibisco seca, pois apresenta muitos benefícios para a saúde como a regulação da pressão arterial, melhora dos níveis de colesterol, ação antioxidante, efeito diurético, e auxílio na perda de peso e saúde hepática.

Este presépio foi feito com flores de hibisco secas e ficou engraçado! 



Linesart - Ilhavo

 "Compro arroz para viver e flores para ter algo pelo que viver.

(Confúcio)

Aveiro é uma cidade com uma beleza impar e que merece sempre uma visita. 

A paisagem da Ria de Aveiro é  decorada por marinheiras (terrenos alagados) onde se cultiva o arroz e onde se extrai sal. 

A Fábrica da História do Arroz em Estarreja é um espaço dedicado a promover o arroz desde o cultivo até à sua confeção, com foco em inovar em pratos doces e salgados. É possível vermos a evolução do cultivo do arroz e tradições desta região. 

Este presépio foi feito com pequenos grãos de arroz que são produzidos na região de Estarreja. É de um tamanho mini e está muito ternurento. 



Linesart - Ilhavo

 "Ninguém aqui vem que não fique seduzido (…). É um sítio para contemplativos e poetas: qualquer fio de água lhes chega e os encanta. É um sítio para sonhadores e para os que gostam de se aventurar sobre quatro tábuas, descobrindo motivos imprevistos. É-o para os que se apaixonam pelo mar profundo, e para os medrosos que só se arriscam num palmo de água – porque a ria é lago e mar ao mesmo tempo. Com meios muito simples, um saleiro e uma barraca tem-se uma casa para todo o verão. Pesca-se. Toma-se banho. E esquece-se a vida prática e mesquinha. Dorme-se ao largo, deitando-se a fateixa ou abica-se ao areal: um fogaréu, uma vara a caldeirada… Começam a luzir no céu e na ria ao mesmo tempo miríades de estrelas. Vida livre dalguns dias, de que fica um resíduo de beleza que nunca mais se extingue. É a ria também sítio para os que querem descobrir novas terras à proa do seu barco e para os que amam a luz acima de todas as coisas. Eu por mim adoro-a. "

(Raul Brandão) 

As casas de Ílhavo (os palheiros da Costa Nova) têm a sua origem em construções simples e temporárias, construídas no início do séc. XIX por pescadores para guardarem redes e outros materiais de pesca. Com o tempo, estes abrigos tornaram-se habitações de veraneio para as famílias de veraneantes, levando ao desenvolvimento das casas de riscas coloridas que hoje caracterizam a zona, adaptadas às tendências da época.

A Ria de Aveiro é uma lagoa costeira de baixa profundidade e extensas zonas entre marés. Estende-se por 45 km ao longo da costa ocidental de Portugal desde Ovar até Mira. A área total da Ria que está coberta durante a preia-mar varia entre 83 km2 em maré viva e 66 km2 de maré morta. A profundidade média é de cerca de um metro e a profundidade máxima, é mantida artificialmente nos canais de navegação, entre os 4 e os 7 metros. A comunicação com o oceano faz-se através do canal da Barra com 1,3 km de comprimento, 350 m de largura e 20 m de profundidade.

Ílhavo, Ovar e Aveiro eram então centros salineiros e portos de mar por onde eram escoados os produtos agrícolas e o sal, destinados a outras regiões do país. 

Este presépio retrata os palheiros coloridos da Costa Nova e ao traje típico dos salineiros de Ílhavo. Está muito original e faz parte da minha coleção! 



terça-feira, 19 de agosto de 2025

Fraternidade Irmãzinhas de Jesus - Fátima

 “A amizade é o eco do Divino sobre a terra, e o testemunho mais certo da presença de Deus e de sua graça na vida do ser humano"

A fraternidade das Irmãzinhas de Jesus foi fundada pela irmã Madalena de Jesus em 1939, na Argélia. 

Madalena Hutin, nascida em Paris em 1898, desde cedo manifestava a vontade de se consagrar a Deus. Aos 23 anos, descobriu a vida e os escritos de Carlos de Foucauld e encontrou o seu ideal de vida: “o Evangelho vivido, a pobreza total e, sobretudo, o amor”. Seguindo as pegadas daquele Beato, rumou à Argélia para viver “como Jesus de Nazaré”, espalhando o Evangelho entre os povos muçulmanos e partilhando com amizade a dureza da vida dos nómadas do Saara. 

Foi aí que, em 1939, fez a sua profissão religiosa e deu início à Fraternidade das Irmãzinhas de Jesus, que sonhava com uma congregação de “nómadas e contemplativas”, vivendo o Mistério da Encarnação no meio do mundo. Dizia que cada fraternidade deveria ser “como a gruta de Belém, uma manifestação da presença de Jesus, um sinal da ternura de Deus, um raio de luz e de esperança”.

Contemplativas no meio do mundo, as Irmãzinhas de Jesus têm como lema “Jesus Amor”, assumindo-O como único modelo e centrando a sua espiritualidade no Evangelho e na Eucaristia. Tal como a fundadora, procuram “manter o coração aberto às dimensões do mundo, desejando que todas as barreiras sejam demolidas e uma solidariedade e aproximação se construam, partilhando a vida com os mais pobres para os ajudar a criar condições de vida mais humanas, justas e fraternas”.

O artesanato que  estas irmãs fazem são artigos religiosos e peças de arte sacra que são comercializados por todo o país. 

Aqui fica a foto deste presépio que faz parte da minha coleção. 



Antius - Ançã

 “A vitória vem para quem luta. O milagre para quem tem fé e a recompensa para quem confia."


O bolo de Ançã é um doce tradicional da região Centro de Portugal, com origem na vila de Ançã. A sua receita, transmitida de geração em geração, utiliza ingredientes simples como farinha, açúcar, ovos, manteiga e fermento de padeiro. É conhecido pela sua textura leve e macia, com um característico topo dourado e pequenas "cristas", e é um símbolo da doçaria local, frequentemente associado a festividades e feiras da região. As boleiras de Ançã, que vendem os bolos em açafates, são uma imagem icónica da vila, especialmente em feiras e mercados.

Este presépio faz uma bonita homenagem  às boleiras que confecionam este saboroso bolo. 

Aqui ficam as fotos do bolo de Ançã e do presépio: 









Antius - Ançã

 Eu nunca quis cantar. Eu só queria ficar tocando guitarra no fundo do palco.”

(Kurt Kobain)

A guitarra clássica, também conhecida como guitarra espanhola, tem uma longa e rica história que se desenvolveu ao longo de muitos séculos. A sua origem pode ser traçada até aos antigos instrumentos de cordas usados nas regiões mediterrâneas e do Médio Oriente.

A guitarra tem raízes em instrumentos antigos como o oud, trazido para a Península Ibérica pelos mouros durante a ocupação muçulmana (711-1492). O oud é um instrumento de cordas sem trastes, tocado com uma palheta.

Durante o século XV e XVI, surgiu a vihuela, em Espanha, um instrumento de cordas que tinha um formato semelhante ao da guitarra moderna e que era utilizado tanto na música de corte como  na música popular.

António de Torres (1817-1892): Torres é frequentemente considerado o “pai da guitarra moderna”. Ele introduziu diversas inovações, como a ampliação do corpo da guitarra e a utilização do sistema de varetas em leque, que proporcionavam uma maior ressonância e projeção de som. As guitarras construídas por Torres estabeleceram o padrão para a construção de guitarras clássicas que é seguido até hoje.

Este presépio está em cima de uma guitarra e está muito engraçado. 



sábado, 16 de agosto de 2025

Ovelhas e cores - Vale de Cambra

 “O fracasso não acontece quando se erra, mas quando se desiste face ao erro.”

(Mário Sérgio Cortella)

Estes presépios estão muito fofinhos e fazem parte da minha coleção! 






Artes da Joana - Quarteira

 “Viajar, num sentido profundo, é morrer. É deixar de ser manjerico à janela do seu quarto e desfazer-se em espanto, em desilusão, em saudade, em cansaço, em movimento, pelo mundo além.” 

(Miguel Torga)

O manjerico, uma planta aromática da família do manjericão, tem origem no Médio Oriente e é um símbolo marcante das festas populares portuguesas, especialmente as de Santo António, São João e São Pedro. A sua história e significado estão profundamente ligados à tradição de oferecer a planta como presente, especialmente durante as festas, acompanhada de quadras populares, simbolizando amor, carinho e sorte. 

 De acordo com a velha tradição, deve oferecer-se o manjerico à pessoa amada e ela deve cuidar da planta até ao ano seguinte!

É um presépio bem pequenino e faz parte da minha coleção! 

  




Presépio - Alentejo

" Um escritor é um homem como os outros: sonha. E o sonho foi o de poder dizer deste livro, quando terminasse: isto é um livro sobre o Alentejo”. 

(José Saramago)

O Alentejo é carateristico pelos seus montes com trigo amarelo e sobreiros onde descansam ovelhas e gado. É uma imensidão de terra que deleita o nosso olhar. 

Este presépio retrata bem esta região e faz parte da minha coleção. 



segunda-feira, 28 de julho de 2025

Amélia Carvalho - Miranda do Corvo

 "Quando um coração se fecha, faz muito mais barulho do que uma porta."

(António Lobo Antunes)

A tecelagem de Almalaguês” é uma tecelagem bordada em puxados e executada em algodão. Esta arte de tecer cuja origem se perdeu do tempo, mas que nos dias de hoje faz desta pequena localidade um centro de tecelagem manual único do país. Trata-se de uma tecelagem bordada, em que se reproduzem os mais diversos motivos naturais ou geométricos estilizados, usando teares semelhantes aos teares persas! É típica da região de Miranda do Corvo e faz parte da minha coleção!



terça-feira, 22 de julho de 2025

Guiomar Ferreira - Santa Comba Dão

 "O azul é a cor da alma, da verdade e da paz interior."

( Gustav Klimt )

Santa Comba Dão pertence à região do Dão e o concelho vive da aliança entre a modernidade e a tradição, mantendo um padrão de vida tranquilo, harmonioso e em comunhão com uma paisagem dominada pelo rio e pela floresta. Atravessado pelos rios Dão, Criz e Mondego, o território enquadra a “paradisíaca” zona balnear da Senhora da Ribeira. 

Tem um passadiço e convida a paisagens belíssimas! 

Esta artesã vive nesta região e fez este presépio amoroso que agora faz parte da minha coleção! 




sexta-feira, 4 de julho de 2025

Stitched - Évora

 “Bordar é entrelaçar sentimentos"

(P. Mello)


Estes bonitos presépios bordados fazem parte da minha coleção e estão muito queridos.