"Faz apenas aquilo que poderes dizer."
(Alexandre Dumas)
A narrativa da Dama das Camélias segue o romance entre Armand Duval, um jovem estudante de direito de classe média, e Marguerite Gautier, uma bela e cobiçada cortesã parisiense. Marguerite é conhecida por usar camélias brancas (quando disponível para os seus amantes) ou vermelhas (quando indisposta). O amor entre os dois enfrenta o preconceito da sociedade francesa do século XIX e a oposição do pai de Armand.
A camélia (Camellia japônica) é originária das regiões montanhosas do Leste Asiático, nomeadamente da China, Japão e Coreia. Foi introduzida na Europa, no século XVII/XVIII, e o seu nome homenageia o botânico jesuíta Georg Joseph Kamel, batizado por Carl Linnaeus. É valorizada pelo seu florescimento invernal.
Na China, representa amor eterno e, no Japão, pureza e nobreza.
Este presépio faz uma bonita homenagem à festa das camélias que tive oportunidade de assistir em Celorico de Bastos! São dezenas de camélias de todas as cores e até doces fazem com as pétalas desta flor. No meio de muitas tasquinhas descobri este presépio e claro que o tinha que trazer para a minha coleção!

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